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Mc Loma relata falta de ar com vape; veja outros riscos relatados com cigarros eletrônicos

 Mc Loma diz que está usando bombinha de ar por não conseguir respirar direito depois de usar vape


A cantora Mc Loma usou suas redes sociais para alertar os riscos e problemas causados pelo cigarro eletrônico (vape). A artista confessou que desenvolveu um problema de saúde delicado devido ao uso e vício no produto. Ela disse que está com falta de ar desde que parou de consumir vape e, por isso, precisa usar "bombinha de ar" para manter a respiração.

“Não fumem mais vape. Eu tinha rios e rios de vape na minha casa e aí um dia eu parei de fumar. Desde que eu parei de fumar, eu tô sentindo que minha respiração tá melhor, mas mesmo assim eu tô ruim. Estou tendo que usar bombinha de ar. Não usem vape, minha gente. De verdade”, disse.

Segundo um estudo feito pelo Center for Tobacco Research do The Ohio State University Comprehensive Cancer Center e da Southern California Keck School of Medicine, ambos dos Estados Unidos, apenas 30 dias de consumo dos chamados vapes podem gerar problemas respiratórios severos, mesmo em pessoas com boas condições de saúde e pouca idade, público que mais consome esse tipo de produto.

Os usuários tiveram um risco 81% maior de apresentar um sintoma chamado chiado. Para esse grupo, também foi demostrado um risco 78% maior de sentir falta de ar e um risco 50% maior de apresentar sintomas de bronquite.

O uso do vape está ligado a síndromes como a EVALI (E-cigarette or vaping use-associated lung injury, em português "doença pulmonar associada ao uso de produtos de cigarro eletrônico ou vaping"), uma doença respiratória aguda que tem como principais sintomas: tosse, falta de ar e dor no peito, sendo comuns também dores na barriga, vômitos e diarreias, além de febre, calafrios e perda de peso.

No vape também pode ser encontrado materiais químicos pesados, como: níquel, latão, cobre e cromo, que são inalados conforme o líquido aquece e gera vapor, o que pode contribuir significativamente para um aumento no risco de desenvolver câncer.

Recentemente, um estudo, publicado na revista científica Cells, mostrou ainda que os aparelhos criam reações químicas na boca que podem destruir bactérias consideradas boas para a saúde e aumentar a proliferação daquelas danosas, que causam cáries e doenças gengivais.


No Brasil

Aproximadamente 1 a cada 4 jovens de 18 a 24 anos no Brasil (23,9%) já utilizou alguma vez um cigarro eletrônico, embora os aparelhos tenham a venda proibida no país. A tendência é de alta, no ano passado esse percentual era de 19,7%, ou seja, 1 a cada 5 indivíduos na faixa etária. O crescimento, em apenas 12 meses, foi de 21,3%.

Embora sejam facilmente encontrados em bancas de jornal e tabacarias pelo país, desde 2009 os cigarros eletrônicos têm a importação, a venda e a propaganda proibidas pela Anvisa. No ano passado, o órgão chegou a reavaliar a decisão à luz das evidências mais recentes e de pedidos para que os produtos fossem regulamentados no Brasil, que citavam o aumento no contrabando e a ausência de uma régua sanitária para os produtos que circulam.

No entanto, os especialistas da agência decidiram pela manutenção da proibição, ressaltando os riscos elevados para a saúde envolvidos nos dispositivos. Logo, por mais que tenham se popularizado nos últimos anos, e o consumo não seja proibido, o comércio dos vapes é ilegal, e os dispositivos contrabandeados não passam por uma avaliação.

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