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A Biblioteca da Faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense destina-se a alunos, professores e funcionários da área médica da Universidade e a comunidade em geral. Localiza-se na Av. Marquês de Paraná, n° 303, Prédio Anexo - Niterói. Tel. (21) 2629-9329 / 2629-9333 Horário de Atendimento: 2ª a 6ª feira: 8:00 às 20:00 h. Bibliotecárias responsáveis: Danúzia de Paula e Verônica Esteves

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Biblioteca Nacional reabre nesta segunda-feira após quatro anos fechada

A Biblioteca Nacional (BN), cartão postal do Rio e uma das maiores do mundo, está com todo seu esplendor de volta, após 4 anos de reformas

Após passar quatro anos coberta por tapumes e lonas, a Biblioteca Nacional (BN) voltará a funcionar. A entrega oficial ocorrerá em cerimônia marcadas para as 18h de hoje no salão da Biblioteca, com concerto da Orquestra Petrobras Sinfônica. O Ministério da Cultura investiu R$ 10,7 milhões do Fundo Nacional de Cultura na obra de restauração, que durou 18 meses.
"Além do brilho arquitetônico e do valor histórico e turístico do edifício, a instituição é responsável pelo patrimônio bibliográfico e documental nacional", disse Sérgio Sá Leitão, ministro da Cultura.
A reforma ocorreu sem interromper o funcionamento do espaço. A Biblioteca Nacional é a 7ª maior do mundo e a maior da América Latina. Mensalmente, o acervo conta com o acréscimo de 2 mil volumes de obras gerais. Só no ano passado, a BN recebeu quase 100 mil pessoas. De janeiro a maio deste ano, foram quase 25 mil visitantes.
Fonte: O Dia

Nova tecnologia detecta a presença do vírus zika 18 vezes mais rápido

Uma tecnologia baseada em análises químicas por raios infravermelhos capaz de agilizar em até 18 vezes e de baratear em até 116 vezes o monitoramento da presença do zika em mosquitos Aedes aegypti. Essa é a nova aposta de pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) para aperfeiçoar a vigilância da circulação do vírus. Conhecida como ‘espectroscopia no infravermelho próximo’, a técnica é simples, tem alta taxa de precisão e dispensa o uso de reagentes: atributos que a tornam uma alternativa potencial ao tradicional método de análise genética adotado para a mesma finalidade, conhecido como qPCR.
Amplamente aplicado pela indústria farmacêutica, na agricultura e na medicina, o infravermelho é alvo de estudos de um grupo de cientistas do IOC, da Austrália e dos Estados Unidos. O objetivo foi comprovar a eficácia do método para uso em insetos, em especial, na detecção de vírus como dengue, Zika e chikungunya. Devido à recente emergência sanitária relacionada ao Zika no país, este foi o primeiro patógeno investigado pelo grupo. Os resultados preliminares são animadores e acabam de ser publicados na revista científica ‘Science Advances’.
A primeira etapa do estudo exigiu a calibração do equipamento de infravermelho para que fosse capaz de distinguir mosquitos Aedes infectados de mosquitos não infectados com o vírus. Para isso, foram utilizadas 275 fêmeas criadas em laboratório. Divididas em dois grupos, metade foi alimentada com sangue com zika – proveniente da linhagem circulante no país, isolada, em 2015, pelo Laboratório de Biologia Molecular de Flavivírus do IOC. A outra metade das fêmeas, que funcionou como grupo controle, recebeu sangue não infectado.
Para realizar os testes, os pesquisadores esperaram dois intervalos de tempo: quatro e sete dias após a alimentação com sangue. A tecnologia de infravermelho foi usada para captar a intensidade de radiação da região do tórax e da cabeça dos mosquitos. “É no tórax que estão localizadas as glândulas salivares do Aedes. A verificação da cabeça permite constatar se ocorreu disseminação do vírus no corpo do mosquito depois da ingestão do sangue infectado. Isso é importante porque o Aedes apenas transmite o vírus na medida em que é capaz de liberá-lo na saliva durante a picada”, explica Rafael Freitas, pesquisador do Laboratório de Mosquitos Transmissores de Hematozoários do IOC e coordenador da participação brasileira no estudo. Neste teste, a precisão do infravermelho ultrapassou 95%.
Na sequência, mais experimentos. Dessa vez, foram utilizadas 412 fêmeas de Aedes. Enquanto metade recebeu sangue com Zika, a outra metade cumpriu o papel de grupo controle. Neste segundo teste, além da análise na cabeça e tórax, também foi examinado o abdômen do inseto aos quatro, aos sete e aos dez dias após a infecção. A verificação do abdômen é importante na medida em que o intestino médio se trata do primeiro órgão do mosquito a entrar em contato com o vírus após sua ingestão durante um repasto sanguíneo. Novamente, resultados positivos: a taxa de acurácia em relação à cabeça e ao tórax alcançou 97%; para o abdômen, 88%. “Notavelmente, a sensibilidade do ensaio é alta. O índice do abdômen pode ter apresentado uma taxa menor de acurácia, no entanto, precisamos levar em conta que esta parte do inseto não foi analisada no primeiro teste”, comemora Márcio Galvão Pavan, pós-doutorando do Programa de Pós-Graduação em Biologia Parasitária que atua no mesmo Laboratório.
Melhor custo x benefício
Em comparação ao método tradicional, considerado de alto custo, demorado e invasivo, a nova técnica apresenta características proporcionalmente opostas. Considerando o custo dos reagentes utilizados no RT-qPCR e a remuneração paga a um profissional que precise analisar, por exemplo, 100 amostras, a técnica de infravermelho – que dispensa o uso de reagentes – apresenta um custo 116 vezes menor. Além disso, o novo método é capaz de processar o mesmo número de exemplares em apenas 50 minutos, contra 900 minutos do método tradicional: isso o torna 18 vezes mais rápido.
“Toda a relação custo x benefício da nova técnica frente à tradicional se torna ainda mais expressiva quando levamos em conta que, devido à burocracia para a compra e recebimento de reagentes importados, esses itens muitas vezes demoram a chegar, atrasando a capacidade de resposta de um laboratório”, enfatiza Lilha Maria Barbosa dos Santos, que atua no projeto enquanto estudante de doutorado do Programa de Pós-graduação em Biologia Parasitária do IOC, sob orientação do pesquisador Rafael Freitas.
Próximos passos
Antes da implantação da técnica na rotina de análises, os cientistas precisarão incluir testes em mosquitos Aedes aegypti coletados na natureza já que, até o momento, foram realizados testes em condições artificiais, com a infecção do mosquito provocada em laboratório. A previsão é de que a técnica também seja avaliada para outros vírus, como dengue e chikungunya, assim como para a detecção do parasito causador da malária. As mudanças químicas que influenciam as diferenças observadas em insetos infectados e não infectados é outro ponto a ser compreendido. “Com essa tecnologia, o IOC e outros institutos de ciência e saúde serão capazes de responder de forma mais acelerada, e com menor custo, a diversos problemas de saúde pública”, finaliza Freitas.
Financiamento
O trabalho foi financiado pela Agência para o Desenvolvimento Internacional dos Estados Unidos; programa Stars in Global Health, do Canadá; Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); e Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj).
Fonte: Fiocruz

Dia Mundial do Doador de sangue alerta para o ato que pode salvar vidas

Dia Mundial do Doador de sangue alerta para o ato que pode salvar vidas

Estoque do banco de sangue do Huap está abaixo do número ideal

No dia 14 de junho, comemora-se o Dia Mundial do Doador de Sangue, uma oportunidade para reforçar a importância sobre a necessidade de manter os estoques de sangue em dia. A data foi criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2004, para reconhecer o papel importante que esses doadores têm na vida daqueles que dependem de transfusão.

O número ideal para não faltar sangue nem plaquetas para os pacientes do hospital é em média de 25 a 30 doares por dia, número este que está bem abaixo do esperado, com uma média de 10 a 15 doares por dia. Para tentar aumentar as doações o Huap realiza junto aos familiares dos pacientes campanhas de incentivo para doação.
De acordo com a coordenadora do banco de sangue do Huap, Olga Pereira é importante a manutenção de um número regular de doadores fidelizados, e não apenas doações esporádicas em momentos de campanha. “Atualmente solicitamos doadores de sangue junto aos familiares de pacientes e em campanhas divulgadas em mídias sociais e outros meios de comunicação.”, afirma Olga.
Podem doar pessoas entre 16 e 69 anos. Para os menores de 18 anos, é necessário o consentimento dos responsáveis e, entre 60 e 69 anos, a pessoa só poderá doar se já o tiver feito antes dos 60 anos. Além disso, é preciso pesar, no mínimo, 50 quilos e estar em bom estado de saúde. Não é necessário estar em jejum.  Recomenda-se apenas evitar a ingestão de alimentos gordurosos e de álcool nas últimas 12 horas. No dia, é imprescindível levar documento de identidade com foto.
A doação de sangue é um ato simples que pode salvar vidas.  Sempre tem alguém precisando deste ato de solidariedade para sobreviver. É importante que grupos que queiram se organizar para doar entrem em contato prévio com o serviço para que possamos agendar e nos estruturar para atendê-los da melhor maneira possível.
O banco de sangue do Huap fica na Rua Marquês do Paraná, 300, Centro, Niterói e funciona de segunda à sexta-feira, das 8h às 12h. Para mais informações os interessados em se tornarem doadores podem entrar em contato pelo telefone: 2629-9063.

Contato físico entre pais e filhos faz bem à saúde dos pequenos, diz estudo

Uma pesquisa feita pela Universidade de Colúmbia Britânica, no Canadá, e pelo Instituto de Pesquisa do Hospital da Criança da mesma província canadense concluiu que o toque e o contato entre bebês e seus cuidadores podem afetar as crianças em nível celular.
— O estudo mostrou que as crianças que foram mais angustiadas quando bebês e receberam menos contato físico tinham um perfil molecular em suas células considerado subdesenvolvido para a idade, apontando para a possibilidade de atraso biológico — explica o pediatra e homeopata Moises Chencinski.
O trabalho envolveu 94 crianças saudáveis. Os pesquisadores pediram aos pais de bebês de 5 semanas que mantivessem um diário do comportamento de seus filhos, registrando informações como sono, choro e alimentação, bem como a duração do cuidado que envolvia o contato físico. Quando as crianças tinham cerca de 4 anos e meio, o DNA delas foi coletado.
Os cientistas descobriram diferenças de metilação (modificação bioquímica do DNA) consistentes entre crianças com alto contato físico e as com baixo contato em cinco locais específicos. Dois desses se enquadram em um gene que desempenha papel no sistema imunológico e outro que está envolvido no metabolismo. No entanto, os efeitos dessas mudanças no desenvolvimento infantil e na saúde ainda não são conhecidos.
— A gente observa clinicamente que grupos de crianças que vivem em boa condição socioafetiva, comparados com os que não vivem nesta condição, apresentam grandes diferenças na capacidade de desenvolver afetos positivos quando entram em contato com outras pessoas — afirma Clay Brites, pediatra e neurologista infantil do Instituto NeuroSaber.
De acordo com Brites, manter o contato físico com os filhos é fundamental para diagnosticar distúrbios de comportamento como o autismo, no qual a criança não gosta de ser tocada.
Mantenha o contato
Pegue no colo
Sempre que for possível, pegue seu filho pequeno no colo, principalmente quando ela estiver assustada ou chorando. Isto passa segurança à criança e a deixa mais calma
Olho no olho
Quando precisar falar com a criança, abaixe-se na altura dela e converse olhando nos olhos. Use uma linguagem franca, clara e em tom agradável. Se for dar uma bronca, use um tom firme, sem gritar
Tenha contato físico
Quando houver chance, encoste em seu filho. Ao se sentar ao lado dele, por exemplo, aproveite a oportunidade para fazer um carinho
Abrace
O abraço é muito importante em qualquer etapa da vida. Abrace seu filho pelo menos uma vez por dia
Fonte: Jornal Extra

Conheça alguns dos tratamentos para amenizar cicatrizes

Cicatrizes são marcas que resultam de machucados ou intervenções cirúrgicas. Apesar de carregarem consigo histórias de vida — às vezes engraçadas, outras nem tanto —, estes vestígios interferem na autoestima de quem os possui, tornando-se uma das principais queixas nos consultórios dermatológicos.
— Não existe cirurgia sem cicatriz. Só o feto consegue passar por um procedimento cirúrgico e não apresentar marcas ao nascer. O ser humano não consegue fechar uma ferida sem deixar uma cicatriz — diz Leandra Metsavah, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e especialista em cicatrizes e queloides.
De acordo com Leandra, quando o paciente é submetido a uma cirurgia eletiva (sem emergência) e planejada, é possível estudar a pele dele e escolher o melhor local para a realização da intervenção.
— A gente sempre procura fazer a incisão na linha de força, para deixar o mínimo de cicatriz possível. As áreas que melhor cicatrizam são o rosto, a pálpebra e a orelha. Já o tórax e os membros superiores e inferiores deixam cicatrizes mais grosseiras, por serem áreas de movimento. Os pacientes afrodescendentes, por exemplo, têm maior tendência a desenvolver queloide.
A qualidade da cicatrização vai variar de acordo com o organismo do paciente, a área do corpo onde ela está e o cuidado no pré e pós-operatório, nos casos em que a marca ocorre por causa de cirurgias.
— Mesmo com todos os cuidados, ela pode evoluir para uma cicatriz hipertrófica ou queloidiana por um fator biológico do paciente — reforça a cirurgiã plástica Delane Cavalcante.

Exame define o tipo de cicatriz
Antes de estabelecer linha de tratamento, é preciso definir o tipo de cicatriz que o paciente apresenta. Delane Cavalcante diferencia as cicatrizes hipertróficas das queloidianas.
— O que difere é o exame clínico. A hipertrófica é como se fosse “um bolo que passou um pouco da forma”. Na queloidiana, seria “o bolo que você colocou muito fermento e transbordou”. Além disso, a sintomatologia (como dores e coceira) é maior na queloidiana.
Nos pacientes em que há grande chance de surgimento de queloides, é recomendável fazer um procedimento chamado betaterapia.
— Este é um tratamento em que nós utilizamos a energia emitida por elétrons — explica Delane.
Durante o processo de cicatrização é importante seguir algumas recomendações.
— Tirar os pontos no momento adequado, fazer um bom curativo e obedecer todas as orientações de pré e pós operatório, como as medicações e o tempo de voltar à pratica de atividades físicas — cita a dermatologista Leandra.
Alguns métodos
Placas de silicone
O produto é aplicado sobre as cicatrizes. São muito usadas para prevenção e tratamento de cicatrizes hipertróficas e queloides associadas ao eritema da pele.
Tratamento a laser
O laser esquenta a camada superficial da pele, a epiderme, e parte da derme, removendo as camadas mais afetadas. O mais usado é a luz pulsada que reorganiza as fibras colágenas e diminui os vasos sanguíneos, amaciando a cicatriz e diminuindo a vermelhidão
Cirurgia
É indicada para casos de cicatrizes mais largas e profundas. Melhora bastante a aparência, já que os cirurgiões dermatológicos utilizam diversas técnicas cirúrgicas para tornar a cicatriz menos evidente.
Microagulhamento
É um tipo de tratamento feito no consultório do dermatologista que costuma acarretar em alguma melhora para todos os tipos de cicatrizes.
Fonte: Jornal Extra

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Saiba com qual frequência você deve ir ao médico de acordo com sua idade

Há quanto tempo você não vai ao médico? Fazer visitas frequentes ao consultório é uma das medidas práticas que devem ser tomadas para garantir a manutenção da saúde. Procurar por ajuda profissional apenas quando está se sentindo mal é um erro que pode custar muito caro.
— Algumas doenças são sorrateiras e só vêm apresentar sintomas relevantes quando já estão em estágio avançado. O costume de consultar um médico não apenas quando se está doente faz muito bem pra saúde e pra uma boa qualidade de vida — afirma Aier Adriano Costa, coordenador da equipe médica do Docway.
Consultar-se com um médico regularmente evita também outro problema comum entre os brasileiros: a automedicação.
— As pessoas têm o hábito de se automedicar ou procurar uma solução rápida para o problema com familiares, vizinhos e até na internet. O que acontece, é que isso pode acarretar um problema sério posteriormente — explica o médico.
Cada faixa etária tem seus cuidados específicos e recomendações diferentes quanto às visitas médicas. Crianças devem ser levadas com mais frequência que idosos, que por sua vez precisam se preocupar mais que adultos.
— É importante respeitar as orientações de frequência porque isso possibilita a detecção precoce de doenças. As crianças que fazem acompanhamento regular são hospitalizadas menos vezes do que aquelas cujos pais não priorizam este tipo de acompanhamento — aponta Nayara Figueiredo, pediatra da Clínica Proattiva.
Respeitar estas orientações ajuda não apenas manter a saúde nas fases infantil e adulta, como também proporciona um melhor envelhecimento.
— Este acompanhamento rotineiro impacta positivamente na longevidade, na qualidade de vida e reduz os índices de mortalidade — pontua Yung Castro, geriatra do Centro Multidisciplinar Fluminense.
Quando ir ao médico
Crianças e adolescentes
Ainda antes de nascer é recomendável que os pais façam a primeira consulta ao pediatra no período final da gestação. No primeiro mês de vida do bebê é aconselhável realizar consultas 5, 15, 30 dias depois de nascido, para que o médico oriente sobre o aleitamento e as primeiras vacinas. Dos dois aos seis meses, a frequência é de uma vez no mês. Até os 2 anos, as consultas devem ser trimestrais e antes dos 7 anos, semestrais. Dos 7 aos 18 anos, uma consulta por ano é o suficiente.
Adultos
Devem realizar um check-up com todos os exames necessários uma vez ao ano, caso não possuam nenhum problema já diagnosticado de saúde. Exames de audição e visão devem ser feitos a partir dos 40 anos, ou antes, caso existam queixas pertinentes. Os exames específicos, ginecológicos e urológicos, por exemplo, como mamografias, ultrassonografias e consultas aos especialistas, devem ser realizadas na periodicidade recomendada por cada especialidade de acordo com as idades dos pacientes.
Grávidas
Elas devem procurar o médico assim que tiverem a suspeita ou o diagnóstico de gravidez para iniciar o acompanhamento da gestação. Até o sexto mês, as visitas ao obstetra devem ser mensais. Depois disso, podem ocorrer de 15 em 15 dias, de acordo com o decorrer da gestação. Caso a gestante venha a sentir algo diferente, deve procurar imediatamente o médico.
Idosos
Se o idoso for saudável, não tiver nenhum tipo de doença ou tiver doenças crônicas controladas, deve ir ao geriatra a cada seis meses para acompanhar o estado de saúde. Caso faça tratamento com alguma especialidade em específico, é preciso seguir as recomendações do médico especialista.

Doação de sangue: 1,6% da população brasileira é doadora, diz Ministério da Saúde

Atualmente, 1,6% da população brasileira é doadora de sangue, informa o Ministério da Saúde em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (14). O parâmetro é considerado aceitável pela pasta, mas há espaço para melhora do indicador: segundo a Organização Mundial de Saúde, o ideal é que 3% da população seja doadora.

O governo aproveitou o dia 14 de junho, em que é lembrado o Dia Mundial do Doador de Sangue, para lançar campanha de doação de sangue. A campanha tem o slogan "Doe Sangue regularmente. Tem sempre alguém precisando de você".

A campanha tem o objetivo de aumentar a conscientização sobre a importância da doação. No Brasil, lembra o Ministério da Saúde, 100% das doações são voluntárias.

Segundo o Ministério da Saúde, 60% dos doadores são homens. A população mais jovem também é a que mais doa: jovens de 18 a 29 anos representam 42% das doações.

                    Como doar sangue

1 - Levar documento de identidade
2 - Estar bem de sáude
3 - Ter entre 16 e 69 anos
4 - Pesar mais de 50 kg
5 - Não estar em jejum
6 - Evitar alimentos gordurosos três horas antes da doação
7 - Não ingerir álcool nas últimas 12 horas

Fonte: G1