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segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Alimentação saudável: qual o melhor açúcar?

Refinado, cristal, demerara, mascavo, light ou de coco? Entre os diferentes tipos de açúcar, saiba qual o melhor para integrar uma alimentação saudável

De acordo com a publicação do Ministério da Saúde e da Universidade Federal de Minas Gerais, Desmistificando dúvidas sobre alimentação e nutrição, quanto mais escuro é o açúcar, mais vitaminas e sais minerais ele possui e mais perto do estado bruto ele está. Já a cor branca significa que o açúcar recebeu aditivos químicos no último processo da fabricação, que foi o refinamento.
“Dentre os diferentes tipos de açúcar, os que possuem menor processamento são sempre mais indicados para uma alimentação saudável, como o mascavo e o demerara. Os mais refinados, como o cristal, o refinado e o de confeiteiro, são os mais prejudiciais à saúde, pois passam por processamentos químicos em sua elaboração. Contudo, mesmo os tipos de açúcar com menor processamento devem ser utilizados com moderação, pois apresentam alto valor calórico”, explica a analista técnica de Políticas Sociais Simone Costa Guadagnin, da Coordenação de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde.

Tipos de açúcar

Resolução da Anvisa nº 12, de 24 de julho de 1978, define açúcar como a sacarose obtida da cana (Saccoharum officinarum) ou da beterraba (Beta alba, L.) e, menos frequentemente, de outros vegetais, por processos industriais adequados. 
O açúcar pode ser classificado como refinado, cristal, demerara, mascavo, entre outros, como os mais recentes açúcar light e de coco. As principais diferenças entre os açúcares aparecem no gosto, na cor e na composição nutricional.

Alimentação saudável: qual a sua escolha?


Açúcar cristal

É apresentado na forma de cristais grandes e transparentes e passa por processo de refinamento em que cerca de 90% das vitaminas e minerais são retirados.

Açúcar refinado

Também conhecido como açúcar branco, o açúcar refinado é o mais conhecido. Durante o processo de refinamento, são acrescentados alguns aditivos químicos, como enxofre, para dar a coloração branca. Nesse processo, porém, algumas vitaminas e sais minerais são perdidos.

Açúcar mascavo

É a forma mais bruta de extração do açúcar da cana, retirado depois do cozimento do caldo da cana. Como não passa por refinamento, o açúcar mascavo apresenta coloração mais escura e sabor mais encorpado, semelhante ao da cana-de-açúcar. Sem refinamento, são preservados os minerais como cálcio, ferro, zinco, magnésio e potássio, e as vitaminas.

Açúcar demerara

O açúcar demerara passa por um refinamento leve e não recebe nenhum aditivo químico, por isso seus grãos são marrom-claros. Possui valor nutricional alto, parecido com o do açúcar mascavo. A melhor escolha para este tipo de açúcar é a forma orgânica, porque mantém todos os nutrientes sem a adição de defensivos agrícolas.

Açúcar de coco

É um substituto do açúcar de cana, extraído do fluido das flores da palma de coco, que não passa por refinamento e adulteração. Além disso, não contém conservantes. O açúcar de coco possui elevada quantidade de potássio, magnésio, zinco e ferro e é fonte natural de vitaminas B1, B2, B3 e B6. Apresenta baixo índice glicêmico, sendo digerido mais lentamente.

Açúcar light

Também conhecido como açúcar fit ou açúcar magro, o açúcar light é mistura do açúcar refinado comum e de adoçantes artificiais como sucralose, ciclamato de sódio e sacarina sódica. É menos calórico que o açúcar comum, em função de seu menor teor de sacarose, porém deve ser consumido com cautela.
Apesar de conter menor teor de sacarose em relação aos outros tipos de açúcares, o açúcar light não contém nutrientes e não pode ser considerado um alimento saudável. O açúcar light só deve ser consumido por indivíduos com diabetes do tipo 1 ou 2, caso seja recomendado por nutricionista ou médico, observando sintomas clínicos, exames laboratoriais e sendo inserido em uma alimentação equilibrada e saudável.

Açúcar: consuma com moderação

Todos os tipos de açúcar são bastante calóricos e tem o poder de aumentar muito rapidamente a glicose no sangue. Portanto, independentemente do processamento, o produto deve ser utilizado com moderação.
“O açúcar tem um importante papel no aumento do índice glicêmico, devendo ser evitado por indivíduos que precisam controlar a glicemia, como os diabéticos”, orienta Simone.
O consumo excessivo de açúcar pode contribuir para o desenvolvimento de obesidade, diabetes e outras doenças crônicas, especialmente de indivíduos com fatores de risco cardiovascular, como destaca o Guia alimentar para a população brasileira.
Aos indivíduos saudáveis, é recomendado uso moderado do açúcar em preparações culinárias, deixando a alimentação mais saborosa sem que fique nutricionalmente desbalanceada.

Fonte: https://saudebrasilportal.com.br/eu-quero-me-alimentar-melhor/tipos-de-acucar-saiba-escolher-o-mais-saudavel

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Inscrições para Mais Médicos serão prorrogadas

O Ministério da Saúde vai prorrogar as inscrições para a nova seleção de profissionais no Programa Mais Médicos – inicialmente previstas para terminar no próximo domingo (25). O anúncio foi feito hoje (22) pelo ministro da Saúde, Gilberto Occhi, em Petrolina (PE).
Por meio de nota, a pasta informou que a decisão foi tomada em razão da alta procura por parte dos médicos e também por conta de “ataques cibernéticos” ao sistema de inscrição.
“Apesar dos ataques, não houve invasão, mas isso acaba tornando o sistema mais lento. Por isso, estamos estudando nova data de efetivação das inscrições”, disse o ministro.
De acordo com o comunicado, os novos prazos devem ser definidos ainda na tarde de hoje. A prioridade das vagas será mantida para médicos formados no Brasil ou para os que revalidaram o diploma no país.
Segundo a pasta, o sistema do Mais Médicos recebeu mais de 1 milhão de acessos simultâneos no momento da abertura das inscrições para o novo edital – mais que o dobro do total de profissionais em atuação no Brasil. “Desde ontem, a quantidade de acessos se mantém alta, como tentativa de derrubar o site”, reforçou a nota.
“O departamento de Informática do SUS [Sistema Único de Saúde] identificou a maior parcela dos robôs e máquinas programadas que estão promovendo os ataques ao site do Mais Médicos. Na manhã desta quinta-feira, a equipe de segurança do sistema atuou isolando e protegendo a rede desses ataques”, completou o ministério.
Até a manhã de hoje, haviam sido contabilizadas 6.394 inscrições para a nova seleção de profissionais do Mais Médicos. O edital, publicado na última terça-feira (20), oferece 8.517 vagas para atuação em 2.824 municípios e 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), que antes eram ocupadas por médicos do acordo de cooperação feito com Cuba.
“Desde que identificamos esses ataques estamos acompanhando de perto e os problemas estão sendo sanados. A nossa expectativa é de que já nesta tarde tudo seja normalizado”, informou Occhi.
Outra mudança anunciada pelo ministro é a que vai permitir que o médico já inscrito possa se apresentar no município de forma imediata e não mais no dia 3 de dezembro.

Conselho

O Conselho Federal de Medicina (CFM) informou hoje que já havia encaminhado ofício ao ministério solicitando a revisão dos prazos para inscrição no Mais Médicos. O documento destaca a instabilidade da plataforma desde o primeiro dia de funcionamento e avalia como exíguo o prazo para os profissionais se inscreverem no programa.
Para a entidade, o período previsto no edital é curto e desproporcional diante das decisões que devem ser tomadas pelo médico. Junto ao ofício, o CFM enviou um levantamento com informações sobre a demografia médica brasileira, que permite verificar “o considerável volume de profissionais com CRM em condições de contribuir com o Mais Médicos”.

Fonte: https://diaonline.r7.com/2018/11/22/inscricoes-para-mais-medicos-serao-prorrogadas/

Qual o perfil do médico brasileiro, segundo este estudo

O governo de Cuba decidiu encerrar sua participação no Programa Mais Médicos, em resposta aos questionamentos do presidente eleito, Jair Bolsonaro. O anúncio foi feito em 14 de novembro de 2018. Bolsonaro havia afirmado que o governo brasileiro passaria a exigir dos cubanos a revalidação do diploma no Brasil e a contratação individual dos profissionais, o que não foi aceito. 
“Condicionamos a continuidade do programa Mais Médicos à aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou”, escreveu Bolsonaro em sua conta no Twitter. 
Criado em 2013 pelo governo da presidente Dilma Rousseff (PT) para suprir uma carência de médicos no interior do país, o Mais Médicos tem 18.240 vagas, sendo que 8.332 delas são ocupadas por profissionais cubanos. Eles estão espalhados por 1.600 municípios brasileiros, segundo o Ministério da Saúde. Cerca de 2.000 vagas criadas pelo programa estão atualmente sem médicos. 
O governo tem dificuldade para preencher as vagas. Em 2017, por exemplo, de 2.320 postos abertos pelo Ministério da Saúde para o programa, 6.285 brasileiros se inscreveram, apenas 1.626 aprovados apareceram para trabalhar e cerca de 30% abandonaram o cargo antes de um ano.


As consequências


Devido à interrupção da parceria com Cuba, a ABM (Associação Brasileira dos Municípios) divulgou uma carta, pedindo ao presidente eleito que tome ações imediatas para tentar reverter a situação. 
“Particularmente os cubanos têm atuado nas periferias das regiões metropolitanas, nos distritos indígenas, nas pequenas cidades e em regiões distantes dos grandes centros urbanos. São lugares, senhor presidente eleito, que viram, muitas vezes, pela primeira vez um médico. São municípios e regiões em que os médicos brasileiros dificilmente aceitavam ou aceitarão atender, mesmo a prefeitura pagando salários muito mais altos, com muitas dificuldades para fazê-lo”, diz a carta.  
A saída dos profissionais cubanos do Brasil será gradual, mas eles já vão começar a deixar o país a partir de 25 de novembro de 2018. Ao todo, terão 40 dias para sair em definitivo -- o prazo final é até o dia 25 de dezembro.

A concentração dos médicos brasileiras

Substituir os médicos cubanos não será tarefa fácil para o governo de Jair Bolsonaro, de acordo com o quadro apresentado pelo relatório “Demografia Médica no Brasil 2018”, coordenado pelo professor Mário Scheffer, do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo). 
Segundo o levantamento, 55,1% de todos os médicos brasileiros atuam nas capitais dos 26 estados e do Distrito Federal, onde estão concentradas apenas 23,8% da população. “Ou seja, mais da metade dos registros de médicos em atividade se concentra nas capitais onde mora menos de um quarto da população do país. A razão do conjunto das capitais é de 5,07 médicos por mil habitantes. No interior, a razão corresponde a 1,28”, diz trecho do relatório. 

No Amazonas, por exemplo, 93,1% dos médicos trabalham em Manaus, que abriga pouco mais da metade dos 4 milhões de habitantes do estado. Os 336 médicos do interior são responsáveis pela saúde dos moradores de 62 municípios.

Quantos são os médicos 



Em janeiro de 2018, segundo o estudo, o Brasil tinha 452.801 médicos, o que corresponde a uma taxa de 2,18 médicos por mil habitantes, número próximo ao da Coreia do Sul (2,2), México (2,3) e Japão (2,4). Apesar disso, entre os 34 países analisados, o país só ficou à frente da Turquia (1,8). A média de todos os países é de 3,4 médicos por mil habitantes. Segundo o relatório, o Brasil terá ultrapassado a marca de meio milhão de médicos em 2020. “Uma população cada vez mais numerosa, mais jovem, mais feminina e distribuída de forma desigual entre as regiões, entre as especialidades médicas, entre os níveis de atenção e entre os subsistemas público e privado de saúde”, diz o estudo. Hoje, no país, existem 289 cursos de medicina, que oferecem 29.271 vagas, segundo dados do Ministério da Educação citados no relatório." 

O que determina os locais de trabalho

Para quem acaba de se formar, as condições de trabalho são determinantes para que o profissional escolha a cidade onde vai se fixar: 84% deles dizem levar em consideração esse requisito na hora da escolha. 
O segundo motivo mais citado, por 66,2%, foi a condição de vida oferecida pela cidade onde exercem a profissão. Em seguida, a remuneração para o cargo aparece como condição fundamental. 
Isso explica por que os médicos preferem as capitais e as grandes cidades aos municípios do interior do país, pois elas, no geral, oferecem melhores condições de trabalho e de vida e melhores salários. 
“Nas taxas de médicos por habitantes, o Brasil é um país de extremos, com cidades tão desprovidas de médicos quanto algumas localidades de países africanos. Já os municípios entre 100 e 500 mil moradores têm razão próxima à de cidades de países desenvolvidos. E, naquelas acima de 500 mil, a proporção médico/habitante muitas vezes supera a de capitais das nações europeias ricas”, diz o relatório. 
Nos 1.235 municípios com até 5.000 habitantes, a proporção é de 0,30 médico por mil habitantes. Nas que possuem população que varia de 100 mil a 500 mil (são 268 cidades), o número salta para 2,14. Nos 42 municípios brasileiros com mais de 500 mil, a razão é de 4,33 médicos por mil moradores.




Antonio Claudio é nomeado reitor da UFF

"Na manhã de quarta-feira, 21 de novembro de 2018, foi publicado o decreto de nomeação do reitor da Universidade Federal Fluminense, prof. Dr. Antonio Claudio Lucas da Nóbrega, para o quadriênio 2018-2022. A nova administração assume com o desafio de liderar uma das maiores e mais relevantes instituições de ensino superior do Brasil com a marca da inovação, avanço tecnológico, responsabilidade social, diversidade e inclusão.
“Nosso compromisso é consolidar o papel da UFF como uma universidade que se destaca pela sua grandeza e excelência acadêmica, com atuação estratégica em nove cidades do estado do Rio de Janeiro. Assumimos com um projeto celebrado pelos segmentos internos e pretendemos reforçar o relacionamento com a sociedade”, explica o reitor da UFF, Antonio Claudio Lucas da Nóbrega.
A administração vai priorizar a conclusão e entrega dos prédios em construção. Em novembro, a partir de negociação coletiva liderada por Antonio Claudio, a bancada de deputados federais do Rio de Janeiro liberou uma emenda de R$ 25 milhões de reais, destinada à construção da Faculdade de Medicina ao lado do Hospital Universitário Antonio Pedro (Huap). “Esse é um marco muito importante para a UFF. Estamos trabalhando para buscar verbas para investir na finalização das obras e consolidar a expansão universitária”, garante o reitor.
Além disso, a meta da nova gestão é garantir a eficiência, transparência e agilidade dos processos internos. Para isso, será fundamental investir no aperfeiçoamento do ambiente institucional e das práticas de trabalho administrativo e técnico na universidade. Está em implementação o Programa de Qualificação Institucional que visa incentivar a qualificação dos servidores para cursarem mestrado e doutorado na UFF. “Esse é um exemplo concreto de valorização profissional e que aumenta a eficiência interna. Os servidores que participarem do programa vão trazer benefícios para a universidade, criando ações de capacitação e de melhoria dos processos”, explica Antonio Claudio.
Processo de nomeação
Antonio Claudio foi escolhido da consulta democrática à comunidade interna com 8.795 votos, em chapa composta com o vice-reitor, Fabio Passos, diretor da Escola de Engenharia. Em 04 de julho, o Colégio Eleitoral organizou a lista tríplice. Por fim, o Ministério da Educação, em 13 de novembro, ratificou os procedimentos internos da UFF e encaminhou parecer favorável e a lista tríplice para a escolha do presidente da república, Michel Temer." 

Fonte: http://www.uff.br/?q=antonio-claudio-e-nomeado-reitor-da-uff

terça-feira, 13 de novembro de 2018


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Novembro Azul: mês mundial de combate ao câncer de próstata


    O câncer de próstata, tipo mais comum entre os homens, é a causa de morte de 28,6% da população masculina que desenvolve neoplasias malignas. No Brasil, um homem morre a cada 38 minutos devido ao câncer de próstata, segundo os dados mais recentes do Instituto Nacional do Câncer (Inca).
    O que é a próstata?
    É uma glândula do sistema reprodutor masculino, que pesa cerca de 20 gramas, e se assemelha a uma castanha. Ela localiza-se abaixo da bexiga e sua principal função, juntamente com as vesículas seminais, é produzir o esperma.
    Sintomas:
    Na fase inicial, o câncer de próstata não apresenta sintomas e quando alguns sinais começam a aparecer, cerca de 95% dos tumores já estão em fase avançada, dificultando a cura. Na fase avançada, os sintomas são:
    • dor óssea;
    • dores ao urinar;
    • vontade de urinar com frequência;
    • presença de sangue na urina e/ou no sêmen.
    Fatores de risco:
    • histórico familiar de câncer de próstata: pai, irmão e tio;
    • raça: homens negros sofrem maior incidência deste tipo de câncer;
    • obesidade.
    Prevenção e tratamento:
    A única forma de garantir a cura do câncer de próstata é o diagnóstico precoce. Mesmo na ausência de sintomas, homens a partir dos 45 anos com fatores de risco, ou 50 anos sem estes fatores, devem ir ao urologista para conversar sobre o exame de toque retal, que permite ao médico avaliar alterações da glândula, como endurecimento e presença de nódulos suspeitos, e sobre o exame de sangue PSA (antígeno prostático específico). Cerca de 20% dos pacientes com câncer de próstata são diagnosticados somente pela alteração no toque retal. Outros exames poderão ser solicitados se houver suspeita de câncer de próstata, como as biópsias, que retiram fragmentos da próstata para análise, guiadas pelo ultrassom transretal.
    A indicação da melhor forma de tratamento vai depender de vários aspectos, como estado de saúde atual, estadiamento da doença e expectativa de vida. Em casos de tumores de baixa agressividade há a opção da vigilância ativa, na qual periodicamente se faz um monitoramento da evolução da doença intervindo se houver progressão da mesma.
    Fontes: http://bvsms.saude.gov.br/ultimas-noticias/2535-novembro-azul-mes-mundial-de-combate-ao-cancer-de-prostata