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A Biblioteca da Faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense destina-se a alunos, professores e funcionários da área médica da Universidade e a comunidade em geral. Localiza-se na Av. Marquês de Paraná, n° 303, Prédio Anexo - Niterói. Tel. (21) 2629-9329 / 2629-9333 Horário de Atendimento: 2ª a 6ª feira: 8:00 às 20:00 h. Bibliotecárias responsáveis: Danúzia de Paula e Verônica Esteves

quarta-feira, 20 de setembro de 2017


O Grupo de Trabalho de Capacitação de Usuários (GTCAP) está organizando o Minicurso "Estilo Vancouver", que será realizado no dia 27 de setembro de 2017, de 13h às 17h, no Auditório do Instituto Biomédico. Estão todos convidados a participar do evento.

O minicurso é aberto para toda a comunidade, tendo como público-alvo principal alunos de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores, bibliotecários, estudantes de Biblioteconomia e demais interessados. Essa é uma parceria do GTCAP com o Grupo de Trabalho de Formação Continuada e a Associação dos Profissionais de Informção e Documentação em Ciências da Saúde do Rio de Janeiro

Solicitamos a ampla divulgação do evento junto aos alunos, coordenações de curso (graduação e pós-graduação), professores, servidores, etc, e em todos os canais que dispuserem, como redes sociais, murais, mala direta, etc.


Mais informações e pré-inscrição no link: https://goo.gl/sZkDM4

Fonte: Grupo de Trabalho de Capacitação de Usuários (GTCAP) 

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Bienal começa com extensa programação cultural e com muitas novidades

Já dá para sentir o cheirinho de livro novo no ar. A Bienal do Livro começa hoje e vai até o dia 10, no Riocentro. Logo na entrada, os visitantes serão recebidos por uma novidade que promete muitas selfies: um mural de 600 metros quadrados feito pelo artista Eduardo Kobra.


O paulista uniu dois símbolos dos cariocas: o Cristo Redentor e o Calçadão de Copacabana, para homenagear os 40 anos do Riocentro. Kobra já tinha deixado sua marca na cidade no mural 'Todos Somos Um', que ocupa 2.550 metros quadrados no Boulevard Olímpico, considerado o maior grafite do mundo.
Outra garantia de experiência visual é a instalação da Praça da Língua, que homenageia o Museu da Língua Portuguesa de São Paulo. Em painéis de 30 metros quadrados, trechos clássicos da nossa poesia, prosa e música serão projetados em uma espécie de planetário do idioma. É a primeira vez da exposição no Rio. O Museu de São Paulo foi fechado em 2015 após um incêndio.
Na programação cultural da Bienal, o destaque fica por conta do ator Rafael Vitti, do elenco da novela 'Rock Story'. Ele participa da mesa 'Poesia em toda parte', às 18h na 'Arena #SemFiltro', com mediação da poetisa Viviane Mosé.
No novíssimo 'Geek & Quadrinhos', Carlos Ruas fala, às 18h, sobre suas tirinhas politicamente incorretas 'Um Sábado Qualquer', em que Deus é um dos personagens. Jogos de tabuleiro e espaços de interatividade com realidade virtual também devem entreter os visitantes. No 'Café Literário', os escritores Lya Luft, Edney Silvestre e Eduardo Spohr homenageiam o editor Sérgio Machado às 18h30.
Fonte: O Dia 

Cientistas identificam os caminhos do Alzheimer

Nos últimos anos, cientistas identificaram diversos sinais do desenvolvimento do mal de Alzheimer, como o acúmulo de placas de uma proteína defeituosa, chamada amiloide beta, no cérebro, o surgimento de acúmulos de versões anormais de outra proteína, batizada tau, dentro dos próprios neurônios e a presença de “enxames” de células do sistema imunológico ativadas no órgão. Mas como estes processos estão ligados, o que os desencadeia e como eles levam ao mau funcionamento e à morte dos neurônios que caracterizam a doença ainda é em grande parte um mistério. Agora, no entanto, pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, revelaram uma sequência de eventos que pode ajudar a explicar como o cérebro de uma pessoa com Alzheimer fica doente, abrindo caminho para a criação de novas terapias que possam interromper este nefasto “efeito dominó”.

No estudo, publicado ontem no periódico científico “Cell Reports”, os cientistas primeiro expuseram células do sistema imunológico - chamadas macrófagos e micróglias - em um estado inflamatório, ou ativo, normalmente encontradas nos cérebros de pacientes de Alzheimer a pequenos agregados de amiloide beta defeituosa, ou oligômeros. Diante disso, as células de defesa do organismo produziram e liberaram substâncias conhecidas como citocinas, que regulam a resposta inflamatória.
Então, os pesquisadores colheram o meio onde estas células de defesa estavam sendo criadas e foram expostas às placas de amiloide beta, cheio dos também chamados “fatores neuroinflamatórios”, e o acrescentaram a culturas de neurônios corticais, isto é, como os do córtex cerebral. Com isso, estas células do sistema nervoso logo começaram a desenvolver agregados de proteína tau anormais em estruturas parecidas com as contas de um colar ao longo de suas terminações, dendritos e axônios, também comumente vistos nos cérebros de vítimas do Alzheimer e considerados sinais precoces da perda de neurônios nestes pacientes, embora ainda não se saiba muito bem como este processo provoca a morte celular.
— O que é animador é que conseguimos observar a tau, uma das principais proteínas envolvidas no Alzheimer, dentro destas estruturas como contas — diz Todd Cohen, professor de neurologia da Universidade da Carolina do Norte e líder da pesquisa. — Acreditamos que, se evitarmos que estas estruturas se formem, as pessoas ficarão com neurônios mais saudáveis que são mais resistentes ao Alzheimer.
Inibidores de ação de proteínas são esperança
Mas os cientistas não pararam o estudo apenas na determinação desta sequência de eventos. Usando equipamentos de espectrometria de massa, eles identificaram os fatores neuroinflamatórios que desencadearam a formação das “contas” de tau: as também proteínas chamadas MMP-9 e HDAC6. A primeira provoca um influxo de cálcio que inunda os neurônios, enquanto a segunda concentra a tau nas “contas”. Estas descobertas podem ajudar a explicar porquê inibidores da ação da HDAC6 atualmente em desenvolvimento pela indústria farmacêutica estão tendo resultados promissores em testes iniciais, já que sua função seria justamente detectar proteínas defeituosas no meio intracelular e transportá-las para descarte, que por alguma razão ainda também desconhecida não acontece nas células afetadas pelo Alzheimer.
— Acreditamos que nossos achados podem ajudar a guiar o desenvolvimento de outros inibidores que afetem esta sequência de eventos, particularmente aqueles que têm impacto nos processos cognitivos — avalia Cohen.
Fonte: Jornal Extra

Número de fumantes passivos diminui no Brasil, segundo Ministério da Saúde

Nos últimos oito anos, o número de fumantes passivos (pessoas que não fumam, mas convivem com quem consome cigarro e são impactados pelos males do tabaco) caiu 42%, segundo dados do Ministério da Saúde, divulgados ontem, no Dia Nacional de Combate ao Fumo. A informação foi motivo de celebração para o ministro da Saúde, Ricardo Barros, em evento:
— Estamos comemorando a redução de exposição de fumantes passivos nas residências. Esse é o dado mais relevante desta solenidade.
Outro número apresentado também foi otimista: reduziu-se em 35% a quantidade de usuários de produtos derivados do tabaco (charutos, cigarrilhas, fumo para cachimbo, tabaco mascável), o que o ministério atribui à medidas como a proibição da propaganda comercial de cigarros, o estabelecimento de preços mínimos e o aumento da taxação dos produtos, além da proibição do fumo em ambientes de uso coletivo.
Por outro lado, o estudo “O tabagismo no Brasil: morte, doença e política de preços e impostos” revelou que o consumo de cigarros e outros derivados do tabaco causou um prejuízo de R$ 56,9 bilhões ao país: R$ 39,4 bilhões em custos médicos diretos e R$17,5 bilhões em custos indiretos, decorrentes da perda de produtividade devido à morte prematura e incapacitação de trabalhadores.
— Gasta-se muito no tratamento das doenças provocadas pelo tabaco. Além disso, há prejuízos que não podemos mensurar como o sofrimento da pessoa que fuma ou da família que perdeu um ente querido — avalia o pneumologista Ricardo Henrique Meirelles.
Fonte: Jornal Extra

Cirurgia vascular do Huap é representada em Conferência Europeia

A 5ª Conferência Europeia sobre relato de casos clínicos e médicos, terá a participação do chefe do serviço de cirurgia vascular do Huap, professor Paulo Eduardo Ocke Reis, como membro do comitê organizador para Cirurgia Vascular e Endovascular , do Euro Case Reports 2017, que é a primeira plataforma para todos os médicos, estudantes e organizações de pesquisa clínica para encorajar e explorar os melhores " Case Reports" e elaborar estratégias para novas metodologias de abordagem e tratamento .
O professor da Universidade Federal Fluminense, Paulo Ocke Reis irá dar apresentações sobre: "Embolização para aneurismas de artérias viscerais" e "Tratamento endovascular da estenose aórtica infra-renal focal com ausência do tronco celíaco - Relato de Caso ".
O evento acontece durante os dias 7 e 8 de setembro em Paris, França.

AVC: causas, riscos e prevenção



O AVC é a quarta doença que mais mata no Brasil e é a que mais causa incapacidade no mundo. Existem dois tipos de acidente vascular cerebral: o isquêmico, que é quando um coágulo bloqueia o fluxo sanguíneo no cérebro, e o hemorrágico, causado pelo rompimento de um vaso. Saber o tipo de AVC que a pessoa está tendo é fundamental para dar início ao tratamento.


O Bem Estar desta terça-feira (29) convidou o cardiologista e consultor Roberto Kalil e a neurologista do Hospital das Clínicas de Porto Alegre e membro da ONG Rede Brasil AVC Ana Claudia Souza para falar sobre o AVC, riscos e como se prevenir.

Apesar do nome ‘acidente’, o AVC é o desfecho de uma série de fatores de risco que podemos controlar e que agridem ou sobrecarregam os vasos do órgão que comanda nosso corpo, o cérebro. E o que pode colaborar para o acidente vascular cerebral? Muito sal, açúcar e gordura, sedentarismo, diabetes e pressão descontrolados, fumo e estresse.


Doenças do coração, especialmente as que produzam arritmias, aumentam o risco de AVC. As arritmias provocam uma corrente sanguínea irregular e facilitam a formação de coágulos sanguíneos dentro do coração, que podem chegar pela circulação dos vasos do cérebro, diminuindo o fluxo sanguíneo e causando o AVC. Alguns exemplos de doenças são: infarto, fibrilação atrial, doenças nas válvulas, cardiopatia chagásica.


O AVC gera uma dor de cabeça súbita e muito forte, mas os sinais diferencias são alterações nos movimentos e cognição. Quanto mais rápido o resgate, menor o risco de danos ao cérebro. Os médicos alertam para fazer o teste SAMU:


- Sorriso (peça para a pessoa sorrir. Veja se um lado do rosto não mexe)
- Abraço (veja se a pessoa consegue elevar os dois braços como se fosse abraçar ou se um membro não se move)
- Música (veja se a pessoa repete o pedacinho de uma música ou se enrola as palavras)
- Urgente (chame o 192, serviço de urgência)

Fonte: Bem Estar

Fiocruz inicia liberação do Aedes aegypti contra a dengue nesta terça no Rio



A Fundação Oswaldo Cruz dá início a uma nova fase de combate à dengue, zika e chikungunya, no Rio nesta terça-feira (29). Com o projeto Eliminar a Dengue, serão soltos em dez bairros da Ilha do Governador 1,6 milhão de mosquitos de Aedes aegypti modificados, contendo a bactéria Wolbachia, que reduz significativamente a propagação do vírus que transmite as doenças. Neste projeto, que termina no final de 2018, também serão soltos mosquitos modificados no Centro e nas zonas Norte e Sul da cidade. Como planejado com a prefeitura, somente a Zona Oeste Ficará de fora, neste primeiro momento.

A liberação em larga escala começa na Ilha do Governador, nos bairros de Ribeira, Zumbi, Cacuia, Pitangueiras, Praia da Bandeira, Cocotá, Bancários, Freguesia, Tauá e Moneró.

Moreira diz que os resultados desta nova fase, ou seja, quando serão percebidos os impactos dos mosquitos com a Wolbachia soltos no ambiente deve levar de três a cinco anos para aparecer, já que o trabalho depende de vários fatores, como a sazonalidade - no calor o mosquito se reproduz com mais rapidez - morte dos insetos pelo fumacê, por exemplo. Por isso, destaca que o método australiano é altamente eficaz, mas não anula as necessidades de toda a população continuar a acabar com os focos do Aedes aegypti.

"O mosquito com a Wolbachia reduz muito a capacidade de transmissão do vírus das doenças, mas não é só isso. Toda a população tem de continuar a fazer o seu trabalho de evitar que a água se acumule em poças ou recepientes, como os pratinhos dos vasos de plantas, os terrenos devem estar limpos, os ralos e calhas secos. Todo mundo tem de continuar a combater o mosquito", observou o pesquisador da Fiocruz.

A partir desta terça, além dos mosquitos adultos com a Wolbachia, também estão sendo colacadas nas residências e em locais público dispositivos para a liberação de ovos dos mosquitos. Agentes de saúde, como Gracileide da Cruz, já estão há uma semana distribuindo folhetos e fazendo um trabalho de conscientização com os moradores da Ilha do Governador.

De acordo com a Fiocruz, a capacidade de produção semanal de ovos do mosquito é de 10 milhões por semana. A liberação acaba em 2018 e espera beneficiar 2,5 milhões de habitantes.

Segundo o pesquisador Luciano Moreira, o mosquito modificado tem capacidade para, a partir de sua reprodução, reduzir em 30% a incidência de epidemias nos locais onde foram soltos. Em 2015, mosquitos modificados foram soltos em Tubiacanga, uma comunidade da Ilha do Governador, e em Jurujuba, em Niterói, na Região Metropolitana. A redução de mosquitos com o vírus da dengue foi de 100% e de 96,5%, respectivamente, nesses locais.

"Trata-se de um projeto australiano, já realizado em 40 localidades no mundo e com resultados muito positivos, com a redução de ausência de epidemias dessas doenças. Na primeira fase do projeto liberamos mosquitos com a bactéria em de agosto de 2015 a janeiro de 2016 e houve uma redução muito grande dos mosquitos com o vírus. O bloqueio desses mosquitos com o vírus varia de 60% a 100%, o que leva a uma ausência de 30 anos de epidemias", explicou Moreira.

"A gente explica o projeto, como funciona, qual o objetivo e os moradores vão construindo a ideia do que é o "Eliminar a dengue". A primeira reação, quando a gente diz que vai soltar mais mosquitos no ambiente é negativo. Mas depois que eles compreendem o processo aceitam bem a ideia e querem colaborar", disse a agente de saúde.

Quanto ao fato de a Zona Oeste ter ficado de fora desta fase do "Elimina a dengue", a subsecretária municipal de Saúde, Beatriz Busch explica que, como não teria verba para atingir toda a cidade, a Prefeitura do Rio - que apoia o projeto - optou-se por áreas com características e capacidade de monitoramento das pesquisas. Depois de soltar os mosquitos são feitas pesquisas de campo - coleta de mosquitos - semanalmente para se verificar o nível de proliferação dos insetos modificados.

"Foi uma opção científica. Optamos junto com a Fiocruz pelas regiões onde há maior infraestrutura de Clínicas de Família e um conglomerado para o acompanhamento dos trabalhos de campo. Mas isso não quer dizer que a Zona Oeste foi esquecida. O trabalho pega toda a Zona Norte até Deodoro, uma cobertura de uma grande área onde vivem 2,5 milhões de pessoas", disse a subsecretária.


Como funciona o 'Aedes do Bem'?

Os mosquitos com a bactéria Wolbachia, que não transmitem a doença, promovem uma substituição gradual da população de mosquitos que transmite a doença.

Nos cruzamentos dos mosquitos que têm e dos mosquitos que não têm a bactéria, a Wolbachia é transmitida e impede que os novos mosquitos passem doenças como dengue, Zika e chikungunya.


Fonte: Bem Estar