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Cursos oferecidos pelo Hemorio 2016

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Curso de Técnicas Laboratoriais em Hematologia
Curso Básico Teórico de Imuno-hematologia
Curso Básico Prático de Imuno-Hematologia
Curso Avançado Teórico de Imuno-hematologia
Curso Prático Avançado de Imuno-hematologia
Curso de Biossegurança
Curso de Triagem Clínica para Doação de Sangue
Curso de Promoção à Doação de Sangue
Curso de Arquivo de Documentos Médicos

Para mais informações: http://www.hemorio.rj.gov.br/Html/Ensino_pequisa_cursos2016.htm

Grávidas acham exames do SUS insuficientes para microcefalia

Para 70% das grávidas entrevistadas, os exames de ultrassom grávidas, gestantes, gestação, gravidez

Pesquisa sobre a relação entre o vírus Zika e os direitos das mulheres revela que 70% das grávidas acompanhadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) gostariam de ter feito mais exames de ultrassom para detecção de microcefalia em seus bebês. O assunto foi debatido na capital paulista, durante evento promovido pelo Instituto Patrícia Galvão.
O levantamento ouviu 3.758 mulheres, sendo 3.155 grávidas, 466 mulheres tentando engravidar e 137 que pretendem engravidar em breve. Os questionários foram distribuídos entre junho e julho deste ano.
Maíra Saruê Machado, pesquisadora do Instituto Locomotiva, explicou que os questionários respondidos online levaram a uma amostra com escolaridade acima da média da população, ouvindo, portanto, mulheres com maior acesso à informação.
Pesquisadora - Na rede particular, o percentual de grávidas que gostariam de ter realizado mais exames de ultrassom para diagnóstico da microcefalia também é alto (43%).
“É um momento de bastante tensão. Elas querem ver o tamanho da cabeça do bebê. Como não há disponibilidade no SUS, acabam pagando para fazer na rede privada. Vemos que, na epidemia de Zika, não é secundário facilitar o acesso aos exames”, afirmou a pesquisadora.
Além disso, 60% das grávidas admitiram ter medo de fazer o exame de ultrassom e descobrir que o bebê tem microcefalia. “Por isso, o momento do ultrassom é tão importante. É quando elas verão o tamanho da cabeça do bebê. Tem bastante angústia e ansiedade. Os médicos deixam a desejar no atendimento”, disse Maíra. A pesquisa indicou ainda que 90% das grávidas gostariam de fazer um teste capaz de detectar se ela teve ou tem o vírus Zika no período de gestação.
Saneamento básico - Segundo a pesquisadora, o problema do saneamento básico no Brasil gera muito impacto na reprodução do mosquito vetor do vírus Zika. Entre as entrevistadas, 56% disseram que moram próximo a um terreno baldio e 26% têm um córrego sujo nas proximidades de suas casas.
A pesquisa revelou também que as mulheres discordam da maneira como o governo trata o assunto, já que 64% entendem que o correto seria usar o recurso gasto com propagandas sobre a doença para, efetivamente, resolver o problema de saneamento. Das mulheres ouvidas, 76% acham que o governo culpa a população pela epidemia, mesmo quando não há coleta de lixo e água encanada em certas localidades.
“Como cobrar da mulher cuidados com vasos com água parada, se as autoridades não cuidam de prover nos bairros onde elas vivem o saneamento e a coleta de lixo? Temos a missão de advogar para que as mulheres tenham voz. Essa pesquisa mostra isso. A mídia tem de falar dos seus direitos reprodutivos, da autonomia econômica. Isso tem a ver com o Zika. Não podemos desvincular a epidemia das questões sociais”, acrescentou Linda Goulart, da ONU Mulheres.
Fonte: O Fluminese

Campanha estrelada por Flavio Canto usa pregador no nariz para conscientizar sobre doenças respiratórias


Prender o nariz com um pregador de roupas para fazer polichinelo, flexão ou até pular corda não parece nada confortável — nem mesmo por 30 segundos. Mas, acredite, é por uma boa causa. Para conscientizar sobre os problemas respiratórios causados por quem respira pela boca, a Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) e a Academia Brasileira de Rinologia criaram o Desafio do Pregador (#desafiodopregador), que tem o judoca Flavio Canto como embaixador.


Segundo médicos, as consequências da obstrução nasal são subestimadas, mas cerca de 50% das pessoas sofrem do problema, sendo 25% de forma crônica.

— A obstrução nasal pode acometer crianças, adultos e idosos. Mas nas crianças é pior, porque pode causar problemas de desenvolvimento de face, que, se não tratados, são levados à vida adulta — esclarece o presidente da Academia Brasileira de Rinologia, Olavo Mion. — Um dos sinais da respiração ruim é o ronco toda noite.

Engana-se quem pensa que respirar pelo nariz é só uma questão de hábito — na maioria das vezes, está relacionado a uma obstrução nasal (veja ao lado). Por isso, não adianta apenas “se policiar” para evitar a respiração pela boca.

— A pessoa pode até tentar respirar pelo nariz, mas, se tem uma obstrução, ela não consegue. O tratamento depende da causa: uma rinite, por exemplo, exige tratamento medicamentoso, já o desvio de septo é cirúrgico — explica Fabrizio Ricci Romano, doutor em Otorrinolaringologia pela Universidade de São Paulo, que alerta para a importância da campanha: — A ideia é mostrar às pessoas como é difícil respirar pela boca e conscientizar que isso não é uma coisa natural, pode ser o sinal de de um problema de saúde.

Ronco pode representar risco de doença

Para Olavo Mion, o ronco é tratado muitas vezes com piada, mas é coisa séria. Ele explica que o nariz tem função de filtração, e a falta dela pode causar infecção respiratória.

— Ele limpa, umidifica e aquece o ar. Se respirar pela boca, o ar chega sujo, frio e seco. Pode causar uma inflamação crônica pulmonar e culminar numa pneumonia, agravar casos de asma e causar outros tipos de infecção.

A campanha

Vídeo: Prenda o nariz com um pregador. Grave você fazendo 30 segundos de atividades físicas.

Divulgue: Publique o seu vídeo nas redes sociais com a #DesafioDoPregador e desafie dois amigos.

Sugestão de atividades: Pode ser polichinelo, corda, pique no lugar, flexão. Não se limite a exercícios físicos: você pode cantar, dançar ou fazer outra atividade de sua escolha.

Resultado: A cada dez postagens, uma hora de consulta grátis, destinada a pessoas que não podem arcar com os custos do tratamento, será realizada pela ABORL-CCF e ABR. Os locais, em todo o Brasil, e horários, ainda serão definidos. A campanha também tem como objetivo lembrar a importância de respirar corretamente pelo nariz.

Fonte: Jornal Extra



Brasil é referência mundial em amamentação

A mortalidade de crianças menores de cinco anos no Brasil caiu 80%, passando de 66 para 12,9 para cada mil nascidos vivos entre 1990 e 2014. Um dos responsáveis por essa queda é o aleitamento materno. No Brasil, 41% das mães já mantêm a amamentação exclusiva até os primeiros seis meses de vida do bebê, dobro das taxas registradas nos Estados Unidos, Reino Unido e China. Além de promover saúde, o leite materno faz bem ao planeta, já que não precisa de outro recurso para ser ofertado às crianças. Essa é a mensagem da Semana Mundial da Amamentação deste ano, que traz importante reflexão dos diversos benefícios deste alimento natural, econômico e sustentável.
Durante evento realizado neste sabado (06/08) na Casa Brasil, no Rio de Janeiro, em alusão à Semana Mundial ze Aleitamento Materno, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, ressaltou que incentivar o aleitamento materno é prioridade da atual gestão. "É uma alimentaçao saudável para o bebê, transmite anticorpos para as mães e é uma solução natural. Essa é uma politica que o governo tem dedicado prioridade porque ajuda na prevenção de doenças nas crianças e melhora a saúde das mães", afirmou.
A presidente do Comitê de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria, Elza Gilgliani, destacou a importancia do papel das mães em para garantir a saúde dos bebês. "Eu tenho profundo respeito e admiraçao às mulheres que amamentam. Elas dão enorme contribuição para gerações mais saudáveis vivendo em um ambiente mais preservado", avaliou.
Mas nem sempre foi assim. De acordo com dados da revista The Lancet, o ato de amamentar tornou-se mais comum no Brasil a parte de 2006. Na década de 70, as crianças brasileiras eram amamentadas em média dois meses e meio, em 2006-2007 essa média subiu para 14 meses. “Temos que ter orgulho desse avanço, que é capaz de salvar vidas”, ressalta o ministro da Saúde, Ricardo Barros. A revista aponta que o aumento se traduz numa economia em tratamentos de saúde de US$ 6 milhões no Brasil.
A Organização Mundial da Saúde recomenda que os bebês recebam leite materno exclusivo até 6º mês de vida e, associado à alimentação complementar saudável, até os dois anos ou mais. Isso porque o leite materno transmite anticorpos e nutrientes essenciais para os bebês: metade dos casos de diarreia e um terço das infecções respiratórias em crianças seriam evitadas com o leite materno. Também seria possível evitar 72% e 57% das internações hospitalares provenientes dessas doenças.
Além de fazer bem para a saúde da criança e da mulher, o aleitamento materno é a forma mais econômica e ecológica de alimentar uma criança. Esse é o tema da Semana Mundial da Amamentação deste ano e também da campanha publicitária veiculada pelo Ministério da Saúde em parceria com a Sociedade Brasileira de Pediatria. Cartazes, folders e cartões para internet chamam atenção das pessoas sobre as metas de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e como elas se relacionam com a amamentação.
Para fabricação dos leites em pó ou longa vida é necessário o uso de energia, assim como materiais para embalagem, combustível para a distribuição e de água, além de produtos de limpeza tóxicos para o preparo diário. Por isso, só devem ser utilizados por orientação médica, quando a mulher estiver impedida de amamentar. “O leite materno já vem pronto, está sempre na temperatura correta para o bebê e não necessita de nenhum preparo, nem gasto de energia. Ou seja, não agride o meio ambiente“, completa o ministro da Saúde.
Segundo o Programa das Nações Unidas para a Infância (Unicef), atrasar o aleitamento materno entre 2 e 23 horas após o nascimento aumenta em 40% o risco de morte nos primeiros 28 dias de vida. Atrasá-lo por 24 horas, ou mais, aumenta esse risco em 80%. “Nenhuma outra estratégia isolada alcança o impacto que a amamentação tem na redução das mortes de crianças nessa faixa etária”, enfatiza a coordenadora de Saúde da Criança e Aleitamento Materno, Thereza de Lamare.
POLÍTICA – As expressivas taxas de aleitamento materno no Brasil se devem ao fato da Política Nacional de Aleitamento Materno possuir diversas ações que apoiam, promovem e protegem a amamentação. Na atenção primária, o Ministério da Saúde capacitou 22.371 profissionais das Unidades Básicas de Saúde (UBS) para promover a prática do aleitamento. Na atenção secundária e terciária, existe a Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC com 326 certificados em todo o país), além dos 220 Bancos de Leite Humano que compõe a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano (BLH) e o Método Canguru, voltados aos recém-nascidos de baixo peso.  O Ministério  ainda possui ações que são transversais e intersetoriais como a estratégia “Mulher Trabalhadora que Amamenta”, que incentiva as empresas a implementarem salas de apoio amamentação e a “Norma Brasileira para Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância, Bicos, Chupetas e Mamadeiras (NBCAL)”.

Campanha contra hanseníase nas escolas 2016



Fonte: Ministério da Saúde

Campanha de amamentação 2016



Curso Nacional de Eletrocardiograma

Curso de Eletrocardiograma com o Professor Ademir Batista da Cunha (Pesquisador do Instituto Nacional de Cardiologia Laranjeiras e Professor Associado IV - Disciplina de Cardiologia - Universidade Federal Fluminense

  • Início: 14/09/2016
  • Término: 30/11/2016
  • Aulas às quartas-feiras das 18:00h às 21:00h
  • Local: Instituto Nacional de Cardiologia Laranjeiras - Divisão de Ensino e Pesquisa - Rua das Laranjeiras, 374 - 12º andar
  • Inscrições e informações: www.fundacor.com.br, ecgtotal1989@gmail.com, contato@fundacor.com.br.
  • Telefones: 2235-0856 / 2256-5191 / 3037-2221 / 99923-3824 / 99246-6514 (WhatsApp)