Pular para o conteúdo principal

Conheça os cinco erros mais comuns na hora de tomar o antibiótico



A temporada de frio combina demais com dor de garganta, sinusite, dor de ouvido e, quando a dor não passa, sempre procuramos um remédio. Entretanto, nem sempre o antibiótico é o melhor tratamento. A consultora do Bem Estar e pediatra Ana Escobar falou sobre os cinco erros mais comuns na hora de tomar o antibiótico no programa desta quarta-feira (5).


Quando tomamos antibiótico, matamos todos os tipos de bactérias, as boas e ruins. Depois, as boas voltam a colonizar. Mas quando o remédio não é tomado de forma correta ou é interrompido, as bactérias ruins mais fortes não morrem e ficam mais fortes, mais resistentes.


Por isso, é muito importante terminar o tratamento com o antibiótico, mesmo que você já se sinta bem. Esse é um dos erros, assim como a falta de disciplina em relação aos horários prescritos, a automedicação, compartilhar ou tomar o antibiótico que sobrou da outra infecção e muita prescrição.


Uma das formas das bactérias resistentes surgirem é quando há o uso excessivo de antibióticos, como explicou o infectologista Renato Grinbaum. Se tomado muitas vezes no ano, por exemplo, o medicamento vai matar cada vez menos bactérias e as mais fortes vão se proliferando.

Infecção hospitalar

Essas bactérias resistentes também podem ser adquiridas em hospitais. Os cuidados para evitar infecções hospitalares começam no momento em que o paciente pisa no hospital. Nos casos de baixa e média complexidade, ele é encaminhado aos leitos de observação.

Uma pesquisa mostra que a maior causa de infecção hospitalar no Brasil é a de sítio cirúrgico, ou seja, as que acontecem no centro cirúrgico. Em seguida aparecem infecção do trato urinário, do trato respiratório e da corrente sanguínea. Entre tantos cuidados, o principal continua sendo o mais básico, que é higienizar sempre as mãos.

Fonte: G1

Comentários

Populares

Campanha Hanseníase 2018

Fonte: Portal da Saúde

UFF Responde: Tuberculose

  No dia 17 de novembro é celebrado o Dia Nacional de Combate à Tuberculose, data que reforça a importância da conscientização sobre uma das doenças infecciosas mais antigas e ainda presentes no mundo. Segundo dados do  Ministério da Saúde , o Brasil registrou cerca de 84 mil novos casos em 2025, o maior número das últimas duas décadas. Fatores como a desigualdade social, dificuldade de acesso aos serviços de saúde e   o abandono do tratamento contribuem para o avanço da doença. O problema também é agravado pela disseminação de desinformação sobre vacinas e doenças infecciosas, o que dificulta o enfrentamento da tuberculose e retarda o diagnóstico precoce — essencial para interromper a cadeia de transmissão. Causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, a enfermidade afeta principalmente os pulmões e pode ser transmitida pelo ar, por meio da tosse, fala ou espirro de pessoas infectadas. Apesar de ter cura e tratamento gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a tube...

Fale com a Biblioteca

📝 Olá! Queremos saber como tem sido a sua experiência com as bibliotecas da UFF até agora.  . 👨‍💻Estamos empenhados em melhorar nossos serviços virtuais. Para isso, a Coordenação de Bibliotecas da Superintendência de Documentação da Universidade Federal Fluminense desenvolveu um formulário on-line para mapear as necessidades da nossa comunidade acadêmica. . 📝Preencha o formulário e nos ajude a oferecer serviços melhores para vocês. São apenas 15 perguntas rápidas. Vamos lá? . 🔎Onde responder? Em https://forms.gle/jmMv854ZrikiyRs29 (link clicável na Bio) . 🔺Quem deve responder? Alunos, técnicos-administrativos e professores da UFF, ex-aluno da UFF, alunos, professores e técnicos de outras instituições que utilizam as bibliotecas da UFF. . 👩‍💻Apesar de estarmos fechados para os serviços presenciais, estamos atendendo on-line pelo DM ou e-mail. . #UFF #SDC #BFM #gtmidiassociaisuff #bibliotecasuff #uffoficial  

NBR 6028:2021 atualizada

 

Risco de trombose