Pular para o conteúdo principal

Programação do Museu da Vida: venha curtir com a gente!

Confira a programação de janeiro do Museu da Vida!

A visita ao Museu da Vida está cheia de atrações que oferecem muita ciência, diversão e reflexão! Por aqui, a boa é aprender trocando uma ideia com a gente. Para quem gosta de natureza, há uma área verde incrível para apreciar! Durante o período de férias, de dezembro a fevereiro, não há necessidade de agendamento prévio para grupos com mais de dez pessoas. É só chegar! ;) Veja mais informações sobre a visita e se planeje! Todas as atividades são gratuitas e há estacionamento gratuito no local. Ah, venha sempre com um documento com foto para apresentar na portaria da Fiocruz, ok?

Horário de visitação: terça a sexta-feira, de 9h às 16h30 | sábados, de 10h às 16h 

Atenção: nos sábados de janeiro, o Epidauro não estará disponível para visitação do público.


A bagunga dos sólidos
Às terças, às 10h30 e 13h30, no Epidauro | 16, 23 e 30 de janeiro e 6, 20 e 27 de fevereiro
Sábado, 27 de janeiro, às 12h30 | confirmar o local no número (21) 2590-6747
Idade: de 6 a 10 anos
Capacidade: 50 pessoas

Baseada no livro "Desarrumar", escrito e ilustrado pelas portuguesas Margarida Fonseca Santos e Inês do Carmo, a nossa brincadeira literária promete trazer a criançada para dentro do mundo da matemática. Um boneco muito mal humorado vai fazer todo mundo botar a mão na massa, ou melhor, nos sólidos! 



De terça a sexta, das 9h às 16h30 | Sábados, das 10h às 16h - Até abril de 2018
Faixa etária: livre
No Salão de Exposições Temporárias

Que tal um mergulho nos oceanos, este mundo que cobre 70% da Terra? Apesar de exercerem um papel fundamental para preservar a vida, o que se conhece atualmente sobre os oceanos representa menos de 1% da superfície que ocupam. A exposição Oceanos permite um passeio da praia até profundidades abissais para se entender um pouco mais sobre a influência da luz solar nos oceanos, a biodiversidade aquática e as correntes marinhas. 


Visita ao Castelo da Fiocruz
De terça a sexta, das 9h às 16h30 | Aos sábados, de 10h às 16h 
Visitas mediadas aos sábados: 10h10, 11h, 11h50, 12h40, 13h30, 14h20 e 15h10

Joia da arquitetura eclética brasileira, o Castelo Mourisco é a principal edificação do núcleo histórico e arquitetônico de Manguinhos. Este senhor centenário é tombado como patrimônio histórico nacional! Ao visitá-lo, fatos, fotos e documentos históricos revelam curiosidades de sua construção. Neste espaço de visitação, o público também pode contemplar a arquitetura em estilo neomourisco, a beleza dos azulejos portugueses e os mosaicos inspirados em tapeçaria árabe.


Visita à Biblioteca de Obras Raras no Castelo

De terça a sexta, de 9h às 16h30 | Aos sábados, das 10h às 16h 
Visitas mediadas de terça a sexta: 9h, 10h, 11h, 13h30, 14h30 e 15h30
Local: Castelo

Em 1909, o livreiro holandês Assuerus H. Overmeer foi contratado por Oswaldo Cruz para organizar a Biblioteca de Manguinhos, atualmente Biblioteca de Ciências Biomédicas e uma das maiores bibliotecas especializadas da América Latina. Inspirada na linguagem neomourisca do Palácio de Alhambra, localizado na cidade de Granada, Espanha, a Biblioteca apresenta detalhes construtivos e decorativos que poderão ser conferidos pelos visitantes.


Borboletário Fiocruz 

De terça a sexta, das 9h às 16h30 | Aos sábados, das 10h às 16h 
Local: área externa da Tenda da Ciência | Idade: a partir de cinco anos

O espaço é ornamentado por plantas e habitado por quatro espécies de borboletas do continente americano: olho-de-coruja (Caligo illioneus), ponto-de-laranja (Anteos menippe), borboleta-brancão (Ascia monuste) e Julia (Dryas iulia). Durante a visita, o público mergulha no universo das borboletas e descobre detalhes sobre seu ciclo de vida, hábitos alimentares, o segredo por trás de suas variadas cores, táticas e estratégias de sobrevivência, entre outros fatos adoráveis! 


Parque da Ciência e Pirâmide 

De terça a sexta, de 9h às 16h30 | Aos sábados, das 10h às 16h 
Idade: a partir de dez anos

No Parque da Ciência, aproveite para explorar os equipamentos que abordam conceitos como comunicação, energia e organização da vida! Já a Pirâmide, parte interna do Parque da Ciência, conta com uma câmara escura onde os visitantes podem observar um modelo de olho humano gigante, além de sala de informática e salão de jogos e experimentos com diversas atividades sobre as vidas micro e macroscópica. 


O Museu da Vida fica na avenida Brasil, nº 4365, no campus Manguinhos da Fiocruz. Para mais informações, ligue para (21) 2590-6747 ou envie um e-mail para recepcaomv@coc.fiocruz.br.

Fonte: Fiocruz

Comentários

Populares

Outubro Rosa

  Outubro chegou! Durante este mês, o Ministério da Saúde traz conteúdos educativos e histórias inspiradoras relacionadas à detecção e ao tratamento do câncer de mama, com o objetivo de levar informações confiáveis à população. Incentive outras mulheres a adotarem práticas saudáveis e buscarem assistência médica em caso de alterações suspeitas. Informar para proteger. Cuidar para viver. Fonte: Ministério da Saúde

Ataques cardíacos são mais fatais em meses mais frios, aponta estudo

De acordo com um novo estudo realizado por médicos cardiologistas do hospital britânico Leeds General Infirmary, os ataques cardíacos são mais fatais em meses mais frios. O estudo foi apresentado nesta terça-feira, 5, na Conferência da Sociedade Cardiovascular Britânica em Manchester, Inglaterra. O estudo comparou os dados de mais de quatro mil pacientes que receberam tratamento para ataque cardíaco em quatro anos separados, e descobriram que os ataques cardíacos mais graves foram mais fatais nos seis meses mais frios, em comparação com os mais quentes. O número total de ataques cardíacos foi aproximadamente o mesmo na metade mais fria do ano, em comparação com os meses mais quentes, com os mais sérios ataques cardíacos levando à parada cardíaca e choque cardiogênico. Porém, o risco de morrer nos 30 dias depois de ter de um ataque cardíaco grave foi quase 50% maior nos seis meses mais frios, em comparação com os seis meses mais quentes. A parada cardíaca é quando o c...

UFF Responder: Dengue

 🦟 A elevação do número de casos de dengue no Brasil tem sido motivo de preocupação no âmbito da saúde pública. Entretanto, com a campanha de vacinação, a esperança é que a população esteja imunizada e que a mortalidade caia.  🤔 Para esclarecer as principais dúvidas acerca da dengue, conversamos com a professora Cláudia Lamarca Vitral, do Departamento de Microbiologia e Parasitologia da UFF. 💬 A docente aborda temas como as razões para o aumento dos casos, as diferenças entre os sorotipos do vírus, sintomas, infecções simultâneas e as principais medidas no combate à proliferação da doença. Além disso, também elucida questões sobre a tão esperada vacina. Leia a matéria completa pelo link: https://bit.ly/3SuOZXV #UFFResponde

Conheça os sintomas da Esclerose Lateral Amiotrófica, uma doença rara e sem cura

Nos últimos dias, a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) ganhou visibilidade internacional por causa do Desafio do Gelo, uma campanha de arrecadação de fundos para pesquisa e apoio de pacientes já diagnosticados. Com sintomas que vão desde à fraqueza muscular até a dificuldade de se alimentar e respirar, a doença rara assusta por não ter cura. Se é irreversível, dramática e tão pouco conhecida, qual será a importância de tantos famosos estarem se preocupando com a ELA? Como é comum nas doenças degenerativas do sistema neuromotor, a Esclerose Lateral Amiotrófica começa a se manifestar com fraquezas musculares em mãos, braços e pernas, geralmente em pessoas com cerca de 50 anos, podendo também acometer os mais jovens, a partir dos 20 anos. A partir dos primeiros sintomas, a previsão geral de sobrevida é de três a quatro anos. Por ser uma doença rara, o seu diagnóstico em média demora cerca de um ano para ser alcançado e depois disso o tratamento tenta diminuir a evolução dos sintomas...

Pré-diabetes aumenta o risco de câncer, revela novo estudo

                                                Teste de glicemia capilar, feito para medir a glicose no sangue. — Foto: Freepik Publicado em uma das revistas mais respeitadas no mundo, a The Lancet Diabetes & Endocrinology, uma pesquisa realizada com mais de 330 mil pessoas pré-diabéticas do Reino Unido demonstrou que o risco de desenvolvimento de tumores malignos começa a aumentar antes que mesmo da instalação da diabetes tipo 2 - quando as células do corpo se tornam resistentes à ação da insulina. A incidência de câncer entre os pré-diabéticos acompanhados pelo estudo por 20 anos se assemelhou à observada entre indivíduos que já tinham o diagnóstico de diabetes: uma diferença de só 4 a 5 casos por mil pessoas/ano nos diabéticos. Para o cirurgião oncológico Felipe Conde, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO), o estudo reforça algo que a prá...