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terça-feira, 21 de maio de 2019

Doença celíaca, quando não controlada, prejudica a absorção de nutrientes

Hoje, o Cristo Redentor será iluminado de verde com o objetivo de conscientizar a população carioca sobre a doença celíaca, condição autoimune desencadeada pela ingestão do glúten. Quando o paciente celíaco consome essa proteína — encontrada no trigo, na aveia, na cevada, no centeio e em seus derivados — ocorre uma lesão na mucosa do intestino delgado, órgão responsável pela absorção dos alimentos, causando perda de peso.
— Nossa ação no Cristo Redentor quer dar visibilidade à condição celíaca. Acreditamos que o resultado dessa campanha será muito positivo e atingirá diversas pessoas que ainda não têm diagnóstico da doença — afirma Suzane Boyadjian, presidente da Acelbra-RJ, entidade responsável pela iniciativa de iluminação do Cristo.
Descobrir a doença celíaca não é uma tarefa fácil. Às vezes, é necessário fazer uma bateria de exames e até biópsia.
— Casos confirmados de doença celíaca na família ajudam o médico a direcionar a investigação. O diagnóstico inclui exame de sangue, que verifica a presença de anticorpos específicos. Para alguns pacientes, somente a dosagem dos anticorpos específicos e a resposta clínica favorável à dieta sem glúten, com a negativação dos anticorpos após a mudança, são suficientes para o diagnóstico. Porém, em alguns casos a biópsia de intestino delgado é necessária — detalha Márcia Wehba, assessora médica em Gastroenterologia do Labs a+.
Eduardo Borges, pai da pequena Lis, mudou completamente sua dieta para acompanhar a da filha, após descobrir que ela tinha a doença.
— Descobrimos quando ela era bebê. Ao introduzir alimentos sólidos, notamos que algo de muito errado começava a acontecer. A criança ficou debilitada, muito doente, com necessidade de internação imediata. Foi um tempo doloroso e cercado de dúvidas — lembra.
De acordo com Márcia Wehba, o único tratamento contra esta condição é seguir, rigorosamente, uma dieta sem glúten.
Fonte: Jornal Extra

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