Pular para o conteúdo principal

Cartilha com Turma da Mônica orienta pais sobre perigo de jovens começarem a beber muito cedo



Mais fácil prevenir do que remediar. Pensando nisso, a Ambev, em parceria com a Turma da Mônica, lançou uma cartilha que ensina os pais a conversarem com seus filhos sobre o consumo de álcool por menores de idade.

O objetivo da campanha é fazer com que os jovens, desde o primeiro ano de vida, sejam alertados sobre os perigos do consumo excessivo de bebidas alcoólicas, mantendo um diálogo aberto e sem tabus.

— A criança não vira um adolescente de repente, ela aprende desde cedo. O consumo de bebida por menores normalmente ocorre dentro da casa de familiares e amigos — explicou a especialista em prevenção e saúde coletiva Bettina Grajcer.

Jornalista e alcoólatra assumida, Barbara Grancia é o exemplo de que a prevenção pode ser a maior arma no combate ao consumo excessivo. Internada por diversas vezes para se tratar do problema, que vem superando há seis anos, Bárbara conta que seu primeiro porre aconteceu aos 3 anos, o segundo aos 6 e depois aos 9, quando pegava bebidas dos adultos em eventos da família.

— Se eu tivesse tido uma interação familiar diferente, talvez tivesse mudado meu destino. Meus pais não sabiam nada sobre o assunto — lembrou — A pessoa que o jovem mais confia é a mãe.

A cartilha e os vídeos estrelados pelos personagens da Turma da Mônica com informações sobre o consumo para menores e dicas para os pais interagirem com as crianças estão disponíveis no site www.ambev.com.br/papoemfamília.

Absorção

Desde a ingestão até a absorção do álcool total estima-se em média uma hora. O tempo depende de uma série de fatores, entre eles, a presença de alimento e a velocidade de consumo.

Distribuição

O álcool é transportado pelo sangue para todos os tecidos que contêm água. As maiores concentrações ficam no cérebro, fígado, coração, rins e músculos.

Metabolismo

De 90% a 95% do álcool é metabolizado no fígado. Enzimas dividem o álcool em várias substâncias.

Eliminação

O álcool, em sua maioria, é eliminado pela urina e 5% saem pela respiração, transpiração e salivação. O álcool também inibe a liberação do hormônio responsável pela reabsorção de água, provocando a maior vontade de urinar.

Diferentes efeitos

Os efeitos do álcool são diferentes e mais perigosos nos jovens. Como o sistema nervoso ainda está em desenvolvimento, as vias neuronais são mais suscetíveis aos efeitos. Além disso, os jovens não conhecem ainda tudo o que o álcool pode provocar em seu corpo.

Fonte: Jornal Extra

Comentários

Populares

Outubro Rosa

  Outubro chegou! Durante este mês, o Ministério da Saúde traz conteúdos educativos e histórias inspiradoras relacionadas à detecção e ao tratamento do câncer de mama, com o objetivo de levar informações confiáveis à população. Incentive outras mulheres a adotarem práticas saudáveis e buscarem assistência médica em caso de alterações suspeitas. Informar para proteger. Cuidar para viver. Fonte: Ministério da Saúde

Ataques cardíacos são mais fatais em meses mais frios, aponta estudo

De acordo com um novo estudo realizado por médicos cardiologistas do hospital britânico Leeds General Infirmary, os ataques cardíacos são mais fatais em meses mais frios. O estudo foi apresentado nesta terça-feira, 5, na Conferência da Sociedade Cardiovascular Britânica em Manchester, Inglaterra. O estudo comparou os dados de mais de quatro mil pacientes que receberam tratamento para ataque cardíaco em quatro anos separados, e descobriram que os ataques cardíacos mais graves foram mais fatais nos seis meses mais frios, em comparação com os mais quentes. O número total de ataques cardíacos foi aproximadamente o mesmo na metade mais fria do ano, em comparação com os meses mais quentes, com os mais sérios ataques cardíacos levando à parada cardíaca e choque cardiogênico. Porém, o risco de morrer nos 30 dias depois de ter de um ataque cardíaco grave foi quase 50% maior nos seis meses mais frios, em comparação com os seis meses mais quentes. A parada cardíaca é quando o c...

UFF Responde: Tuberculose

  No dia 17 de novembro é celebrado o Dia Nacional de Combate à Tuberculose, data que reforça a importância da conscientização sobre uma das doenças infecciosas mais antigas e ainda presentes no mundo. Segundo dados do  Ministério da Saúde , o Brasil registrou cerca de 84 mil novos casos em 2025, o maior número das últimas duas décadas. Fatores como a desigualdade social, dificuldade de acesso aos serviços de saúde e   o abandono do tratamento contribuem para o avanço da doença. O problema também é agravado pela disseminação de desinformação sobre vacinas e doenças infecciosas, o que dificulta o enfrentamento da tuberculose e retarda o diagnóstico precoce — essencial para interromper a cadeia de transmissão. Causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, a enfermidade afeta principalmente os pulmões e pode ser transmitida pelo ar, por meio da tosse, fala ou espirro de pessoas infectadas. Apesar de ter cura e tratamento gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a tube...

Quais sinais indicam a perda do bebê na gravidez? Casos de Tati Machado e outras famosas acendem alerta para gestantes

  Nos últimos meses, algumas celebridades enfrentaram a dor de perder um bebê durante a gestação. Nesta semana, a jornalista Tati Machado e a atriz Micheli Machado contaram que passaram por isso para seus seguidores. Ambas estavam na reta final da gravidez. Meses antes, a influenciadora Maíra Cardi e a apresentadora Sabrina Sato também falaram que passaram por abortos espontâneos. Ainda que a gestante faça um bom pré-natal e tome todos os cuidados, estes casos podem acontecer. E nesse momento, o apoio emocional é o mais importante para as mulheres. — Mesmo na ausência de doenças ou fatores de risco, a perda gestacional pode ser inevitável e nem sempre terá uma causa determinada, o que gera ainda mais angústia para quem passa por esse luto. Mesmo com todos os cuidados, algumas perdas simplesmente acontecem, e não devem ser motivo de culpa. O mais importante é que as mulheres que vivenciam esse processo sejam acolhidas com empatia, escuta e apoio profissional — ressalta a obstetra ...

SBQ.Covid19 - Uso indiscriminado de álcool contra o coronavírus aumenta riscos de queimaduras

SBQ.Covid19 - Uso indiscriminado de álcool contra o coronavírus aumenta riscos de queimaduras Com a recomendação do uso de álcool 70% para limpar superfícies e higienizar as mãos em razão da pandemia de coronavírus, acende-se um novo alerta: o risco de acidentes com queimaduras. Pensando nisso, a Sociedade Brasileira de Queimaduras (SBQ) tem buscado conscientizar a população sobre os cuidados no manuseio e estoque deste produto.“É extremamente necessário redobrar o cuidado com a presença do álcool em casa, especialmente com crianças. Guardar em local que elas não acessem e não utilizar o álcool perto de chamas, como fogão e velas”, frisa o presidente da SBQ, José Adorno.Diante da baixa nos estoques de álcool em gel, a Câmara dos Deputados aprovou a liberação da venda do álcool líquido 70% para o consumidor individual. A proposta segue para votação no Senado. Porém, há uma previsão de que a Anvisa publique uma nova portaria, estabelecendo a venda em embalagens de até 50...