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Mostrando postagens com o rótulo câncer

Pré-diabetes aumenta o risco de câncer, revela novo estudo

                                                Teste de glicemia capilar, feito para medir a glicose no sangue. — Foto: Freepik Publicado em uma das revistas mais respeitadas no mundo, a The Lancet Diabetes & Endocrinology, uma pesquisa realizada com mais de 330 mil pessoas pré-diabéticas do Reino Unido demonstrou que o risco de desenvolvimento de tumores malignos começa a aumentar antes que mesmo da instalação da diabetes tipo 2 - quando as células do corpo se tornam resistentes à ação da insulina. A incidência de câncer entre os pré-diabéticos acompanhados pelo estudo por 20 anos se assemelhou à observada entre indivíduos que já tinham o diagnóstico de diabetes: uma diferença de só 4 a 5 casos por mil pessoas/ano nos diabéticos. Para o cirurgião oncológico Felipe Conde, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO), o estudo reforça algo que a prá...

Como ultrassom inaugura nova era de tratamento de câncer sem cirurgias

                                                          A histotripsia é uma das várias abordagens que usam o ultrassom em tratamentos avançados contra o câncer. — Foto: Erica Bass/ Rogel Cancer Center/ Michigan Medicine via BBC Se Zhen Xu não tivesse irritado seus colegas de laboratório com barulho, talvez ela nunca tivesse descoberto um tratamento revolucionário para o câncer de fígado. Como estudante de doutorado em engenharia biomédica na Universidade do Michigan, nos Estados Unidos , no início dos anos 2000, Xu estava tentando encontrar uma maneira que permitisse aos médicos destruir e remover tecidos doentes sem a necessidade de uma cirurgia invasiva. Ela teve a ideia de usar ondas sonoras de alta frequência — ultrassom — para quebrar mecanicamente o tecido, e estava testando essa teoria em corações de porcos. O ultrassom não dever...

HPV: é necessário se vacinar após identificação do vírus? Quem teve o diagnóstico consequentemente terá câncer? Tire suas dúvidas

  Em cada ano, 17 mil novos casos de câncer de colo de útero são identificados no Brasil. A cada 12 meses o país também atinge a marca de 7 mil mortes em decorrência do diagnóstico. Trata-se de uma doença, na maioria das vezes, evitável. Isso porque uma grande parte dos casos (70% deles aponta o Ministério da Saúde) ocorre no desdobramento de uma infecção de dois tipos (os chamados 16 e 18) do Papilomavírus Humano (HPV), cuja apresentação pode ocorrer em mais de 200 variações. Essa não a única relação entre uma das Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) mais prevalentes com quadros oncológicos. O ministério ainda informa que há indicativos de que o vírus está também relacionado a desdobramentos oncológicos de orofaringe, pênis, vulva, ânus e vagina. Em 2024, o Brasil passou a adotar a vacina de dose única que pode ser oferecida a todos os grupos prioritários para a vacinação, o que ampliaria o acesso e agilizaria a imunização. EXTRA elencou cinco dúvidas sobre o funcionamento d...

Nova técnica contra câncer de mama, que congela o tumor, atinge 100% de eficácia

  Uma esperança promissora, principalmente para a saúde das mulheres. Uma técnica de congelamento do tumor, testada na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), teve 100% de eficácia contra o câncer de mama em testes iniciais. O tratamento, que começou em Israel e já é utilizado em países como EUA e Japão, tem a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Mas como o procedimento ainda não é coberto pelos planos de saúde ou oferecido no Sistema Único de Saúde (SUS), é pouco realizado no Brasil. O estudo na Unifesp é a primeira pesquisa com o congelamento na América Latina. Trabalhos do tipo ajudam a comprovar a eficácia do tratamento e podem ampliar o seu acesso na rede pública e privada. É o que explica, em comunicado, Afonso Nazário, professor da Unifesp responsável pelos testes com a técnica junto à também docente da instituição Vanessa Sanvido. “Nós estamos otimistas de que vai dar certo e de que poderemos, futuramente, contar com o procedimento no SUS. As...

Câncer colorretal: entenda a doença que atinge o ex-astro de 'Dawson's Creek'

James Van Der Beek, que viveu o personagem Dawson Leery na série, falou sobre seu diagnóstico para a revista People. Ator é pai de seis filhos. O protagonista da série "Dawson's Creek", o ator James Van Der Beek, de 47 anos, contou à Revista People no domingo (3) que foi diagnosticado com câncer colorretal. "Tenho câncer colorretal. Tenho lidado com esse diagnóstico em particular e tomado medidas para resolvê-lo, com o apoio da minha incrível família", disse ele à publicação. James também fez questão de tranquilizar os fãs e dizer que está otimista com seu tratamento. "Estou otimista, estou me sentindo bem", disse ele, que é pai de seis filhos, frutos de seu relacionamento com a mulher Kimberly Van Der Beek. O que é câncer colorretal? O gshow entrevistou o médico oncologista Ramon Andrade de Mello, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cancerologia e membro do Conselho Consultivo da European School of Oncology, para entender melhor a doença que at...

Novembro Azul: câncer de próstata costuma ser silencioso. Veja cuidados necessários para prevenção

O câncer de próstata nem sempre é diagnosticado de forma precoce O câncer de próstata é normalmente silencioso e, por isso, nem sempre é diagnosticado de forma precoce. No ano que vem, a doença deverá atingir 71 mil homens no país, mais da metade deles moradores da Região Sudeste, que irá registrar 34.470 casos, segundo dados do Inca. Para que a descoberta do tumor – cuja prevenção é lembrada pela campanha Novembro Azul --, seja feita precocemente, elevando as chances de cura para 90%, é preciso tomar alguns cuidados, alerta o professor e coordenador de Urologia da Faculdade de Medicina da Unig, Sessin Akl Gajar. O primeiro, diz, é adotar um estilo de vida saudável, já que obesidade, sedentarismo, tabagismo e consumo de bebidas alcóolicas são fatores de risco. Fazer exames regularmente e não se esquivar do toque retal também são medidas que podem ajudar na descoberta precoce da doença. “O risco de desenvolver o câncer de próstata aumenta a partir dos 50 anos, mas também pode acometer h...

BCG: vacina contra a tuberculose é usada no tratamento contra o câncer de bexiga; entenda

  A versão terapêutica do imunizante estimula o sistema imunológico a combater células cancerígenas no órgão A vacina BCG (Bacilo de Calmette e Guérin) é uma velha conhecida dos brasileiros. Faz parte do Programa Nacional de Imunizações (PNI), indicada para todos a partir do nascimento até antes de completar 5 anos de idade e aplicada em apenas uma dose. A imunização em massa consegue evitar o desenvolvimento para formas graves de tuberculose. Mas o que poucas pessoas sabem é que ela também é usada para o tratamento contra o câncer de bexiga. Em casos oncológicos, é utilizado a versão terapêutica da vacina, conhecida como Imuno BCG, para estimular o sistema imunológico a combater células cancerígenas em pacientes com câncer de bexiga não invasivo, ou seja, superficial, que não está nas camadas mais internas do órgão. — A vantagem é que a vacina é amplamente conhecida, sabemos de seu benefício. Nós a injetamos diretamente na bexiga do paciente e após cerca de uma hora ele elimina es...

Com que idade e com que frequência devemos fazer exames para evitar os 4 tipos de câncer mais comuns

  Ao se falar de câncer é aberto um conjunto com mais de 100 diferentes tipos de doenças. Mas quatro delas: câncer de pulmão, de mama, colorretal e de próstata são as mais comuns, ou seja, ocorrem com maior frequência em todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). Dentre as diversas medidas de prevenção, a detecção precoce é uma das mais importantes, segundo especialistas. Quanto mais cedo a condição for detectada, mais chances dela ser tratada. Câncer de pulmão O mais frequente no mundo, o câncer de pulmão atinge pessoas com 65 anos ou mais, mas a idade média do diagnóstico é 70 anos. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), em 85% dos casos registrados ele está associado ao consumo do tabaco. A American Cancer Society (Sociedade Americana do Câncer), nos Estados Unidos, recomenda para quem fuma ou fumou mais de um maço diário de cigarros pelo período de 30 anos (ou mais) fazer os exames de rastreamento, como a o raio-x do tórax ou a tomografia co...

Terapia-alvo, metástase, carcinogênese: o significado dos termos mais usados no tratamento do câncer

  Muitas são as palavras que passam a fazer parte da rotina do paciente oncológico (e de sua família) tão logo ele recebe o diagnóstico para a doença. Entendê-las é fundamental, explicam os especialistas, para que a conversa no consultório e no dia a dia dos cuidados se torne fluida e propositiva para o avanço dos cuidados. Em geral, as principais dúvidas dizem respeito ao aparecimento dos tumores, e como eles funcionam no organismo, além dos sofisticados mecanismos de cada tipo de tratamento conhecido para os pacientes. EXTRA preparou um "glossário" com diversos termos muito utilizados na rotina oncológica e que são úteis para empoderar o paciente. Confira: Carcinogênese É o nome que se dá ao processo no qual as células regulares se tornam em versões cancerígenas. – Essa transformação envolve uma série de alterações genéticas que levam ao crescimento e divisão celular descontrolados. O processo pode ser influenciado por vários fatores, como mutações, fatores ambientais, esti...

Períodos em jejum ajudam o sistema imunológico a combater câncer, diz novo estudo; entenda

  O jejum, que consiste em passar um determinado período de tempo sem comer, se mostrou um aliado das células NK (um tipo de glóbulo branco que pode matar outras células consideradas anormais ou danificadas), responsáveis por combater tumores. Segundo o estudo, publicado na revista científica Immunity, o regime alimentar conseguiu ajudá-las a sobreviver no ambiente dentro e ao redor dos tumores e também melhorou sua capacidade de combater o câncer. Mas como isso funciona? Diferente das chamadas células T, outro grupo de defensoras do sistema imunológico que exigem um encontro prévio com o inimigo, as NK são chamadas de assassinas porque podem destruir uma ameaça sem nunca tê-la encontrado antes. Os pesquisadores descobriram que elas podem ser fortalecidas através de períodos de 24 horas em jejum durante dois dias da semana (com o restante dos dias de refeições livres), em testes feitos em camundongos. O efeito positivo foi observado tanto na sobrevivência do ambiente do tumor quant...

Leucemia: conscientização e prevenção na campanha do 'Fevereiro Laranja'

  De todos os tipos de câncer que podem surgir na infância, a leucemia é um dos tumores mais recorrentes, conforme o Instituto Nacional do Câncer (INCA). Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, a doença representa 28% dos casos entre os pacientes oncológicos. Até 2025, o Brasil deve ter 34,6 mil novos casos da neoplasia, de acordo com estimativas do INCA. O número compõe as várias formas dessa doença que afeta cada vez mais o mundo. Fevereiro Laranja é o mês de conscientização para prevenção, diagnóstico e combate a este tipo da doença, que pode ter algumas variantes, como explica a hematologista pediátrica do Prontobaby Hospital da Criança, Ariadne Figueiredo. — Ela pode ser linfoide aguda ou crônica, e mieloide aguda ou crônica. Nas crianças, o tipo mais comum é a linfoide aguda, seguida da mieloide aguda. As neoplasias surgem quando as nossas células começam a se multiplicar mais rápido do que deveriam e de forma desordenada. Isso pode acontecer com células de qualquer part...

Especialistas alertam para os perigos da dengue em pacientes oncológicos

  Em meio à epidemia de dengue no Rio de Janeiro, que já registrou desde o início do ano mais de 12 mil casos da doença, especialistas alertam para a necessidade de cuidado ainda maior entre pessoas imunossuprimidas, como pacientes com câncer, já que elas não podem ser vacinadas. O risco de o quadro evoluir para doença hemorrágica é maior. A infectologista Isabella Cleinman, coordenadora médica do serviço de controle de infecção hospitalar do Hospital Marcos Moraes, explica que, embora seja uma esperança para a população, a vacina contra a dengue, liberada pela Anvisa e recomendada para quem tem entre 4 e 60 anos, não deve ser ministrada a pacientes oncológicos, pois é composta por vírus vivo atenuado. “A recomendação é que pacientes que estejam em tratamento não sejam imunizados. Já os que encerraram a terapia devem esperar seis meses após o término”. Mais chances de agravamento A especialista também alerta que pacientes em tratamento oncológico podem ter mais chances de desenvolv...