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Leucemia mieloide aguda: conheça os sintomas do câncer diagnosticado em Fabiana Justus

 Fabiana Justus foi diagnosticada com leucemia

A criadora de conteúdo Fabiana Justus, de 37 anos, compartilhou em suas redes sociais que foi diagnosticada com leucemia mieloide aguda (LMA), um tipo de câncer que começa na medula óssea. Em vídeo feito do hospital, a filha do empresário Roberto Justus conta que descobriu a doença após procurar ajuda médica ao sentir um desconforto nas costas e febre. Ela está hospitalizada para a primeira fase do tratamento contra a doença.

O que é leucemia mieloide aguda?

A leucemia ocorre quando a medula-óssea, o tecido que fica no interior dos nossos ossos, começa a produzir as células sanguíneas de forma desequilibrada e descontrolada. Ou seja, ela passa a construir células imaturas e anormais que tomam o lugar das outras células sanguíneas na medula, no sangue e no sistema linfático.

Existem quatro tipo de leucemia, sendo a leucemia mieloide aguda o tipo de leucemia mais comum em adultos. Mas mesmo assim, é considerada um câncer raro, em especial em pessoas com menos de 45 anos de idade, caso da influenciadora. A média de idade dos pacientes com a doença é de 68 anos.

Esse tipo de câncer tem esse nome porque atinge as células mieloides, que dão origem aos leucócitos, plaquetas e hemácias. O termo "aguda" indica que essa é uma forma agressiva de leucemia, na qual as células doentes se multiplicam rapidamente.


Sintomas da leucemia mieloide aguda

Os principais sintomas desse tipo de câncer são:

  • Fadiga;
  • Cansaço;
  • Falta de ar durante atividades físicas normais;
  • Tonturas ou desmaios;
  • Dores de cabeça;
  • Palidez;
  • Infecções frequentes;
  • Febre;
  • Hematomas;
  • Manchas vermelhas na pele (petéquias);
  • Sangramentos;
  • Perda de apetite;
  • Perda de de peso sem motivo aparente;
  • Aumento do baço e do fígado.

Por se tratar de uma doença bastante agressiva, a leucemia mieloide aguda deve ser tratada assim que feito o diagnóstico. O tratamento varia de acordo com a idade do paciente, assim como fatores de risco citogenético e molecular. As opções são: quimioterapia, terapia alvo e transplante de medula óssea.

Fonte: O Globo

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