Pular para o conteúdo principal

Um dos maiores vilões da saúde, açúcar está presente em diversas versões nos alimentos

O açúcar é visto na atualidade como um dos principais vilões da alimentação saudável. E está presente no que comemos das mais diversas formas e com variadas nomenclaturas (veja abaixo). Por isso, é dentro de casa — e no supermercado — que se deve ficar vigilante para evitar excessos.
— Vivemos numa sociedade polarizada que precisa achar heróis e vilões em tudo. Quando se diz que se pode consumir um certo alimento, não estamos incentivando que as pessoas se empanturrem dele. Quando você diz que pode comer, a responsabilidade do controle passa para a pessoa, o que para ela, acaba sendo mais difícil — afirma a nutricionista Marcia Daskal.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a ingestão de açúcar não deve passar de 5% do total de calorias consumidas por dia, o que equivale a 25 gramas.
— A nossa população tem um paladar mais açucarado. A média de consumo de um homem adulto é de 96,3 gramas por dia e de uma mulher é de 90,7 gramas. Ou seja, quase que quatro vezes o recomendado — diz Mariana Catta-Preta, coordenadora do curso de graduação em Nutrição da Unisuam, que cita dados da Pesquisa de Orçamento Familiar (2008) do IBGE.
Por outro lado, pesquisadores vêm estudando, nos últimos anos, a contribuição do xarope com alto teor de frutose e observaram que, quando consumido de forma exagerada, pode gerar consequências negativas à saúde. A frutose está relacionada a rápidas modificações ligadas à síndrome metabólica, a alterações cardiovasculares negativas e até alterações na sinalização de dopamina (o que pode estar ligado ao comer compulsivo).
— Embora a frutose seja o açúcar naturalmente presente nas frutas, não é com elas que precisamos nos preocupar, pois a frutose nas frutas vem empacotada com fibras, vitaminas, minerais e outras substâncias benéficas, como os fitoquímicos. A grande preocupação é com a frutose isolada e com os xaropes — alerta a nutricionista Marcia Daskal.
Fonte: Jornal Extra

Comentários

Populares

Campanha Hanseníase 2018

Fonte: Portal da Saúde

UFF Responde: Tuberculose

  No dia 17 de novembro é celebrado o Dia Nacional de Combate à Tuberculose, data que reforça a importância da conscientização sobre uma das doenças infecciosas mais antigas e ainda presentes no mundo. Segundo dados do  Ministério da Saúde , o Brasil registrou cerca de 84 mil novos casos em 2025, o maior número das últimas duas décadas. Fatores como a desigualdade social, dificuldade de acesso aos serviços de saúde e   o abandono do tratamento contribuem para o avanço da doença. O problema também é agravado pela disseminação de desinformação sobre vacinas e doenças infecciosas, o que dificulta o enfrentamento da tuberculose e retarda o diagnóstico precoce — essencial para interromper a cadeia de transmissão. Causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, a enfermidade afeta principalmente os pulmões e pode ser transmitida pelo ar, por meio da tosse, fala ou espirro de pessoas infectadas. Apesar de ter cura e tratamento gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a tube...

Fale com a Biblioteca

📝 Olá! Queremos saber como tem sido a sua experiência com as bibliotecas da UFF até agora.  . 👨‍💻Estamos empenhados em melhorar nossos serviços virtuais. Para isso, a Coordenação de Bibliotecas da Superintendência de Documentação da Universidade Federal Fluminense desenvolveu um formulário on-line para mapear as necessidades da nossa comunidade acadêmica. . 📝Preencha o formulário e nos ajude a oferecer serviços melhores para vocês. São apenas 15 perguntas rápidas. Vamos lá? . 🔎Onde responder? Em https://forms.gle/jmMv854ZrikiyRs29 (link clicável na Bio) . 🔺Quem deve responder? Alunos, técnicos-administrativos e professores da UFF, ex-aluno da UFF, alunos, professores e técnicos de outras instituições que utilizam as bibliotecas da UFF. . 👩‍💻Apesar de estarmos fechados para os serviços presenciais, estamos atendendo on-line pelo DM ou e-mail. . #UFF #SDC #BFM #gtmidiassociaisuff #bibliotecasuff #uffoficial  

NBR 6028:2021 atualizada

 

Risco de trombose