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Jovens e crianças estão com os olhos mais expostos às telas de TV, computador e celular; conheça os riscos

 


Cantinho para estudar: é preciso controlar a exposição das crianças ao computador

Com o início da pandemia da Covid-19, Lucas Faria, de 8 anos, passou a ter aulas on-line. Além das horas letivas que passa no computador, no tempo livre ele costuma assistir a vídeos e jogar videogame na TV. Há cerca de um mês, o menino passou a se queixar de coceira e vermelhidão nos olhos, diagnosticadas, por seu oftalmologista, como decorrentes da vista cansada. Assim como Lucas, muitas crianças estão sentindo os impactos da maior exposição dos olhos às luzes das telas neste período em que a maioria das escolas está fechada.

Segundo Ian Curi, chefe do setor de Oftalmologia Pediátrica e Estrabismo do Hospital Federal dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro, os sintomas provocados pelo uso intensivo de eletrônicos vêm sendo reportados com mais frequência por seus pacientes:

— Nós já estávamos acompanhando uma evolução do comportamento das crianças em relação ao maior uso de aparelhos como celulares, tablets e computadores, e a pandemia só intensificou.

Não espere para tratar

Edvalcio Nunes, oftalmologista do Hospital Adventista Silvestre, destaca a importância das consultas de rotina. Caso a função visual esteja com alguma irregularidade e não seja corrigida, com o uso de óculos, por exemplo, os efeitos da visualização constante das telas podem ser agravados.

Ele afirma que até mesmo o desinteresse ou o mau desenvolvimento da criança na escola podem ocorrer por ela não enxergar bem, e afirma que muitos pais costumam aproveitar o período de volta às aulas para buscar esse atendimento para os filhos:

— É importante que essa consulta seja feita periodicamente, e que não se espere ter um problema já estabelecido para procurar resolver.


Fonte: Jornal Extra

Comentários

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