
Provocada pelo fungo Candida albicans, a candidíase é realmente mais comum nas mulheres — mas também acomete os homens. Neles, a condição pode provocar desconforto urinário, ardência e vermelhidão no pênis. As informações foram divulgadas pela Agência Einstein.
Em geral, o problema surge quando há uma queda na imunidade. A má higienização do órgão genital cria um ambiente propício para os micro-organismos. O diabetes descontrolado também favorece infecções recorrentes.
— Calor e umidade favorecem o problema. Roupas apertadas, como cueca de microfibras, pioram — afirma Fernando Facio, diretor do Departamento de Sexualidade da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU).


Marrom, vermelho escuro e até rosado. O sangue menstrual pode ter vários tons e isso não é necessariamente um problema. Mais importante do que a cor são as mudanças no fluxo que às vezes sinalizam algum distúrbio. Por isso a mulher deve estar sempre atenta às características do seu ciclo, inclusive a duração, segundo informações da Agência Einstein. Aquele sangue amarronzado — q ue lembra borra de café— não indica doenças por si só; é apenas um sinal de que já houve oxidação. Ele costuma aparecer logo no início ou no fim de cada período. Também pode ocorrer no formato de escapes, quando sai em pequenas quantidades. O tom vermelho vivo significa que o endométrio (a camada que recobre o útero) acabou de descamar. Nesses casos, o sangramento pode ser grande e até em formato de coágulos, como se fossem pedaços mais viscosos. Já alterações na intensidade e sangramentos fora de hora merecem atenção.
— Esses sinais podem, sim, indicar doenças — diz Lilian Fiorelli, especialista em sexualidade feminina pela USP.
Os problemas mais comuns por trás do fluxo anormal são pólipos, miomas, lesões no colo do útero e alterações hormonais. Se a perda excessiva de sangue não é interrompida, há risco de anemia. Por outro lado, uma diminuição abrupta ou mesmo a interrupção do fluxo menstrual não raro aponta para a síndrome dos ovários policísticos. A ginecologista Larissa Cassiano, especializada em gestação de alto risco pela USP, destaca que o quadro também decorre do excesso atividade física.
Fonte: Jornal Extra
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