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Mais de 60 mil crianças imunizadas durante campanha de vacinação

Pais e mães dedicaram o fim de semana à proteção dos filhos, aproveitando a Campanha Nacional de Multivacinação para atualizar a caderneta vacinal dos pequenos. Do último sábado a domingo, foram administradas 60.731 doses de vacinas em crianças de 0 a 5 anos, nos postos de saúde, dos 92 municípios do Estado do Rio de Janeiro. A vacina mais requisitada foi a tríplice viral, com 27.866 doses aplicadas, seguida por 11.791 de DTP (difteria, tétano e coqueluche) e 8.257 contra Poliomielite. Quem ainda não aproveitou a oportunidade para imunizar as crianças, têm até a próxima sexta-feira para recorrer às unidades de saúde.
Até o dia 30 de agosto estarão disponíveis nos postos de saúde todas as vacinas do calendário básico da criança, entre elas: Hepatite B, Pentavalente, Vacina Inativada de Poliomielite (VIP), Vacina Oral Poliomielite (VOP), Rotavírus, Pneumocócica 10 valente, Meningocócica C, tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba) e DTP.
Parceria entre as secretarias municipais, estaduais e o Ministério da Saúde, a Campanha Nacional de Multivacinação pretende atingir cerca de 1 milhão de crianças no Estado do Rio. O objetivo é oferecer às crianças a oportunidade de tomar as vacinas que, por algum motivo, não tenham sido administradas dentro da faixa etária específica.
“Esta é uma campanha de atualização vacinal. Estima-se que de 10% a 15% das crianças entre zero e 5 anos possam necessitar de pelo menos uma das vacinas do calendário, considerando o histórico de cobertura vacinal no Estado do Rio de Janeiro – esclarece o superintendente de Vigilância Epidemiológica e Ambiental da SES, Alexandre Chieppe.

Vitamina A – O Ministério da Saúde também disponibiliza para as crianças de seis meses a menores de cinco anos de idade – residentes em todos os municípios das Regiões Norte e Nordeste e municípios prioritários do Plano Brasil Sem Miséria das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul – a suplementação de vitamina A. As megadoses da vitamina contribuem para a redução do risco global de morte, mortalidade por diarreia, além de ajudar no desenvolvimento e crescimento das crianças. A suplementação também pode ser recebida na rotina dos serviços de saúde.

Fonte: O Fluminense

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