Pular para o conteúdo principal

Injeção de 'colesterol bom' na veia pode reduzir risco de novo infarto

 Cientistas descobriram que uma substância que existe normalmente no corpo humano pode ser usada como um remédio para evitar que um paciente sofra um segundo infarto dias depois do primeiro. Essa substância é o HDL, também conhecido como “colesterol bom”, e os especialistas prepararam uma versão que pode ser injetada diretamente na veia.

Quando uma pessoa sofre um infarto, o risco de um novo ataque nos dias e semanas seguintes é muito alto. Um infarto acontece quando uma artéria que leva sangue às células do coração é obstruída. Remédios comumente usados nesse caso, como o ácido acetilsalicílico (AAS), impedem a coagulação do sangue, o que evita um novo entupimento.

No entanto, essa estratégia não elimina a causa do problema, que são as placas de colesterol acumuladas dentro das artérias. Esse colesterol acumulado é o LDL, o chamado “colesterol ruim”.

O HDL é chamado de “colesterol bom” exatamente porque tem a capacidade de retirar essas plaquetas acumuladas. Por isso, outra forma comum de combater o infarto é usar remédios que aumentam os níveis de HDL gradualmente. No entanto, esse tratamento não serve para evitar um segundo infarto em curto prazo.

Para solucionar esse problema, a equipe liderada por Andreas Gille, da farmacêutica CSL, na Austrália, criou uma forma de injetar diretamente na veia uma proteína presente no HDL, que é a responsável pela capacidade de retirar o “colesterol ruim” de dentro das artérias.

O novo medicamento ainda não está pronto para entrar no mercado, pois ainda está na primeira fase de testes. Nesses exames iniciais, feitos com 57 pacientes saudáveis, a substância conseguiu reduzir imediatamente os níveis do “colesterol ruim”, que é o objetivo do remédio.

Fonte : G1

Comentários

Populares

Campanha Hanseníase 2018

Fonte: Portal da Saúde

UFF Responde: Tuberculose

  No dia 17 de novembro é celebrado o Dia Nacional de Combate à Tuberculose, data que reforça a importância da conscientização sobre uma das doenças infecciosas mais antigas e ainda presentes no mundo. Segundo dados do  Ministério da Saúde , o Brasil registrou cerca de 84 mil novos casos em 2025, o maior número das últimas duas décadas. Fatores como a desigualdade social, dificuldade de acesso aos serviços de saúde e   o abandono do tratamento contribuem para o avanço da doença. O problema também é agravado pela disseminação de desinformação sobre vacinas e doenças infecciosas, o que dificulta o enfrentamento da tuberculose e retarda o diagnóstico precoce — essencial para interromper a cadeia de transmissão. Causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, a enfermidade afeta principalmente os pulmões e pode ser transmitida pelo ar, por meio da tosse, fala ou espirro de pessoas infectadas. Apesar de ter cura e tratamento gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a tube...

Fale com a Biblioteca

📝 Olá! Queremos saber como tem sido a sua experiência com as bibliotecas da UFF até agora.  . 👨‍💻Estamos empenhados em melhorar nossos serviços virtuais. Para isso, a Coordenação de Bibliotecas da Superintendência de Documentação da Universidade Federal Fluminense desenvolveu um formulário on-line para mapear as necessidades da nossa comunidade acadêmica. . 📝Preencha o formulário e nos ajude a oferecer serviços melhores para vocês. São apenas 15 perguntas rápidas. Vamos lá? . 🔎Onde responder? Em https://forms.gle/jmMv854ZrikiyRs29 (link clicável na Bio) . 🔺Quem deve responder? Alunos, técnicos-administrativos e professores da UFF, ex-aluno da UFF, alunos, professores e técnicos de outras instituições que utilizam as bibliotecas da UFF. . 👩‍💻Apesar de estarmos fechados para os serviços presenciais, estamos atendendo on-line pelo DM ou e-mail. . #UFF #SDC #BFM #gtmidiassociaisuff #bibliotecasuff #uffoficial  

NBR 6028:2021 atualizada

 

Risco de trombose