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Dor na coluna atinge 80% dos brasileiros

A lombalgia, popularmente conhecida como dor nas costas ou na coluna, é um mal que afeta sedentários e esportistas das mais variadas idades. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), a doença atinge 80% da população. No Brasil, de acordo com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), cerca de 70% dos adultos, entre 30 e 39 anos, sofrem com a lombalgia. O estudo revela ainda que quatro em cada cinco pessoas têm ou terão a doença em algum momento da vida.

A lombalgia tem impacto não só sobre a qualidade de vida dos pacientes, como também sobre sua capacidade produtiva, já que é a principal causa de afastamento temporário do trabalho no país e também o principal motivo que leva pacientes a consultórios, de acordo com o Instituto Brasileiro de Auditoria em Vigilância Sanitária (Inbravisa). Nos Estados Unidos é a segunda causa de absenteísmo no trabalho e representa 25% do total de dias de trabalho perdidos, de acordo com o site da publicação “Medical Clinics of North America” (http://medical.theclinics.com/), especializada em pesquisas.

“O excesso de peso, a fraqueza abdominal, a escoliose acentuada, o tabagismo, os hábitos posturais inadequados, entre outros fatores, podem ser algumas das causas que provocam as dores que, apesar de muito comuns, exigem diagnósticos minuciosos”, comenta a radiologista Patrícia Martins e Souza, do Labs D’Or.

A maioria dos exames de imagens mostra alterações relacionadas ao envelhecimento e ao desgaste natural dos discos intervertebrais. No entanto, ressalta a médica, nem todas as alterações encontradas em um exame de coluna são as responsáveis pela dor ou incapacidade funcional dos pacientes.

Diversas doenças em outros segmentos podem iniciar os sintomas com dor na região lombar. Por isso é necessário um enfoque multidisciplinar na abordagem do problema”, afirma Patrícia, ressaltando que a lombalgia tornou-se uma questão de saúde pública.


Para colaborar com o tratamento e possibilitar a recuperação do paciente, o Labs D´Or realiza exames radiográficos, de ressonância magnética, tomografia computadorizada e PET-CT, tecnologia que combina medicina nuclear e tomografia computadorizada. “Os exames de imagem, associados à adequada investigação e correlação clínica, contribuem para o diagnóstico e a indicação do tratamento mais adequado ao paciente”, conclui a médica.

Fonte : O Dia

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