Pular para o conteúdo principal

Esclerose múltipla é o principal fator de incapacidade em adultos jovens

Ao acordar numa manhã de sábado, em maio de 2017, com um braço e a barriga dormentes, a bióloga Aline Melo percebeu que era o momento de procurar um médico e investigar o que sentia. Em agosto daquele ano, ela descobriu que tinha esclerose múltipla — uma doença neurológica, crônica e autoimune, cujos anticorpos atacam o sistema nervoso central.
— Os médicos acreditam que a doença começou em 2015, quando eu tentei levantar da cama e não consegui de tão tonta que eu estava. Fiz tratamento para labirintite e não melhorou nada — lembra a jovem, que tem 25 anos.
A esclerose múltipla é mais comum nas mulheres (com prevalência de duas para cada homem), com idades entre 20 e 40 anos, e brancas. Isso não significa que a doença não possa aparecer em pessoas fora destas características.
— Esta é a principal causa de incapacidade não traumática em adultos jovens — afirma Gutemberg dos Santos, coordenador do Departamento Científico de Neuroimunologia da Academia Brasileira de Neurologia Regional Rio de Janeiro.
A esclerose múltipla ataca a bainha de mielina, uma capa gordurosa que protege as células nervosas. Ela é responsável pela rapidez dos impulsos nervosos.
— Quando essa região fica inflamada ou começa a ser degenerada, observamos uma lentificação ou até mesmo a interrupção de alguns impulsos nervosos. Quanto mais cedo o diagnóstico for feito, melhor será a evolução da doença— explica o médico.
Para chamar a atenção do público em geral para a doença, está montada hoje a Mini Casa da Esclerose Múltipla na Universidade Estácio de Sá do Rio Cumprido, das 9h às 17h.
— Um evento como este é muito importante porque, como a esclerose múltipla é considerada uma doença rara no Brasil, poucas pessoas a conhecem. E a falta de informação pode gerar muitos preconceitos — diz Aline, uma das personagens da exposição.

Fonte: Jornal Extra

Comentários

Populares

Campanha Hanseníase 2018

Fonte: Portal da Saúde

UFF Responde: Tuberculose

  No dia 17 de novembro é celebrado o Dia Nacional de Combate à Tuberculose, data que reforça a importância da conscientização sobre uma das doenças infecciosas mais antigas e ainda presentes no mundo. Segundo dados do  Ministério da Saúde , o Brasil registrou cerca de 84 mil novos casos em 2025, o maior número das últimas duas décadas. Fatores como a desigualdade social, dificuldade de acesso aos serviços de saúde e   o abandono do tratamento contribuem para o avanço da doença. O problema também é agravado pela disseminação de desinformação sobre vacinas e doenças infecciosas, o que dificulta o enfrentamento da tuberculose e retarda o diagnóstico precoce — essencial para interromper a cadeia de transmissão. Causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, a enfermidade afeta principalmente os pulmões e pode ser transmitida pelo ar, por meio da tosse, fala ou espirro de pessoas infectadas. Apesar de ter cura e tratamento gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a tube...

Fale com a Biblioteca

📝 Olá! Queremos saber como tem sido a sua experiência com as bibliotecas da UFF até agora.  . 👨‍💻Estamos empenhados em melhorar nossos serviços virtuais. Para isso, a Coordenação de Bibliotecas da Superintendência de Documentação da Universidade Federal Fluminense desenvolveu um formulário on-line para mapear as necessidades da nossa comunidade acadêmica. . 📝Preencha o formulário e nos ajude a oferecer serviços melhores para vocês. São apenas 15 perguntas rápidas. Vamos lá? . 🔎Onde responder? Em https://forms.gle/jmMv854ZrikiyRs29 (link clicável na Bio) . 🔺Quem deve responder? Alunos, técnicos-administrativos e professores da UFF, ex-aluno da UFF, alunos, professores e técnicos de outras instituições que utilizam as bibliotecas da UFF. . 👩‍💻Apesar de estarmos fechados para os serviços presenciais, estamos atendendo on-line pelo DM ou e-mail. . #UFF #SDC #BFM #gtmidiassociaisuff #bibliotecasuff #uffoficial  

NBR 6028:2021 atualizada

 

Risco de trombose